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Noites Trabalho Sujo em Sorocaba!

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As Noites Trabalho Sujo encerram o dia de hoje do festival Circadélica, em Sorocaba, que ainda tem FingerFingerr, Herod, Her, The Shorts e Boss in Drama. Começamos a tocar às 23h e depois retomamos à uma da madrugada até o final… E quem divide os CDJs conosco é a DJ local Gi Rossi, vai ser demais! Mais informações aqui.

Rumo a Presidente Prudente

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Fui convidado para palestrar sobre cultura independente brasileiro dentro da programação do Thermas do Rock deste ano, festival que o Sesc de Presidente Prudente organiza há dez anos. Falo a partir das 19h e às 20h30 tem show do Scalene do Odair José. Mais informações sobre o evento aqui.

Centro do Rock 2017: Thiago Pethit

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A programação do Centro do Rock segue hoje com um show gratuito em homenagem a um clássico: Horses, de Patti Smith, é recriado ao lado de uma banda composta apenas por mulheres num show emocionante, que começa pontualmente às 21h (mais informações aqui). Antes disso, às 19h, faço a mediação do debate, também gratuito, sobre rock e literatura, em que os escritores Fabrício Corsaletti, Daniel Benevides e Fernada D’umbra falam sobre a relação entre as duas vertentes artísticas e como elas se cruzam em autores como Bob Dylan, Leonard Cohen e a própria Patti Smith.

Noites Trabalho Sujo | 8.7.2017

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Mais uma vez as baixas temperaturas assolam a maior cidade do ocidente no hemisfério sul e nosso experimento psíquico-intrínseco tem suas ondas orgônicas desviadas também para o aquecimento térmico dos voluntários, que ainda poderão desfrutar do mítico quentão produzido por nosso discreto xamã Julião Barata, que perfuma a noite com o aroma característico do inverno brasileiro. E para nosso ritual místico-científico trabalhar em alta voltagem, convocamos mais uma vez a presença dos pesquisadores do laboratório da terapia do grito primal Scream & Yell para conduzir as atividades no auditório preto. Lá, o pós-doutorado em práticas coletivas Marcelo Costa arregimenta experimentos conduzidos pelas duplas Bruno Dias e Tiago Agostini, Bruno Capelas e Ana Clara Matta e Renato Moikano e Natália Julio, além do trabalho de Tiago Trigo e de sua própria apresentação. O volume de energias concentradas também encontra outro polo no auditório azul, onde o centro de pesquisas Noites Trabalho Sujo mais uma vez apresenta-se com a formação completa e os trio sócio-cientista formado por Alexandre Matias, Luiz Pattoli e Danilo Cabral dispara espasmos cerebrais de boas vibrações a partir da reproduções de fonogramas sonoros de diferentes procedências. A transformação acontece, como sempre, quinze minutos antes da virada do sábado para o domingo e prossegue até o próximo raiar do sol, na torre de concreto em frente ao Largo do Payssandu. A presença exige que envie-se o nome para o correio eletrônico noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h do dia do experimento, caso contrário não é possível entrar no recinto.

Noites Trabalho Sujo @ Trackers
Sabado, 8 de julho de 2017
A partir das 23h45
No som: Alexandre Matias, Luiz Pattoli e Danilo Cabral (Noites Trabalho Sujo), Bruno Dias, Tiago Agostini, Ana Clara Matta, Bruno Capelas, Natalia Julio, Renato Moikano, Tiago Trigo e Marcelo Costa (Scream & Yell).
Trackers: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
Entrada: R$ 40, só com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com. Aniversariantes da semana não pagam para entrar (avise quando enviar o nome no email, por favor). Os cem primeiros a chegar pagam R$ 25. O preço da entrada deve ser pago em dinheiro, toda a consumação na casa é feita com cartões. Chegue cedo para evitar filas.

25 discos brasileiros para o primeiro semestre de 2017

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Estes são os 25 brasileiros escolhidos na categoria melhor disco do primeiro semestre deste ano pelo júri da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), do qual faço parte.

Aláfia – SP Não é Sopa
Boogarins – Lá Vem a Morte
Corte – Corte
Criolo – Espiral de Ilusão
Curumin – Boca
Do Amor – Fodido Demais
Domenico Lancellotti – Serra dos Órgãos
Don L – Roteiro Pra Aïnouz vol.3
A Espetacular Charanga do França – Chão Molhado da Roça
Felipe S. – Cabeça de Felipe
Giovani Cidreira – Japanese Food
Hamilton de Holanda – Casa de Bituca
João Donato + Donatinho – Sintetizamor
Juliana R – Tarefas Intermináveis
Kiko Dinucci – Cortes Curtos
Lucas Santtana – Modo Avião
Luiza Lian – Oya Tempo
Matéria Prima – 2Atos
Mopho – Brejo
My Magical Glowing Lens – Cosmos
Rincon Sapíencia – Galanga Livre
Rodrigo Campos – Sambas do Absurdo
Trupe Chá de Boldo – Verso
Vermes do Limbo + Bernardo Pacheco – Berne Fatal
Zé Bigode – Fluxo

Muita coisa boa sendo lançada este ano – e vem mais coisa boa neste semestre. O júri é composto por mim, José Norberto Flesch e Marcelo Costa e no segundo semestre escolheremos mais outros 25 discos. O Pedro antecipou a lista e publicou os links para ouvir os 25 discos em seu blog no Estadão.

Sobre selos, festivais e cenas

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Fui convidado para fazer a mediação de um debate neste sábado dentro da Feira de Selos e Publicações, que a Balaclava Records organiza no Sesc Bom Retiro. O evento, gratuito, começa às 14h e reúne bancas de selos como EAEO, Rosa Flamingo, Sinewave, Assustado, PWR, Desmonta, Dissenso, Laboratório Fantasma, Risco, Midsummer Madness, entre outros, além de shows da Luiza Lian e da banda curitibana Marrakesh ʘ. Participo da segunda mesa do dia, que começa às 17h20 e fala sobre festivais e cenas musicais no Brasil, com a participação da Anna Penteado (do festival Vento), da Karen Cunha (que faz o Mês da Cultura Independente) e o Ricardo Rodrigues (do festival Contato). Tem mais informações sobre o evento, além da programação completa, lá na página do evento do Facebook.

Ao vivo no Cult 22

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Participei ao vivo, nesta sexta, da edição da semana do programa Cult 22, que eu nunca mais tinha ouvido desde que saí de Brasília. Marcos Pinheiros e Carlos Marcelo criaram o programa em 1991 e por dois anos foi um das fontes que eu tinha de música nova naqueles tempos pré-históricos antes da chegada da internet para os meros mortais. Por isso, tenho a maior satisfação de voltar ao programa agora como entrevistado – e sabendo que ele segue sendo transmitido pela rádio Cultura de Brasília, agora apenas com o Marcos no comando, mesmo depois de turbulências nestas duas primeiras décadas. Segue abaixo o live que eles fizeram direto do programa, que tem a participação de vários artistas que vieram ao PicNik, quando bato um papo ao lado do Lucio Ribeiro – também convidado do programa e do festival – sobre cena independente, o legado de Kid Vinil e rock e mainstream.

Meu mapa afetivo de São Paulo

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Fui entrevistado pelo projeto Mapas Afetivos, que tenta redesenhar a cidade de São Paulo a partir da memória de seus convidados. Falei da Aclimação, do Centro, do Sumaré e da avenida Paulista – pontas do quadrilátero em habito desde 2002.

Aclimação

Centro

Sumaré

Paulista

Vale visitar o site e passear por outros tantos mapas afetivos – e só tem gente foda: da Laerte à Renata Simões, passando pelo casal Fernanda e Endrigo do Espaço Cult, Nelson Triunfo, Facundo Guerra, Fióti, Karina Buhr, Baixo Ribeiro, Ana Freitas, Tiê, Gaía Passarelli, Kátia Lessa, Eduardo Suplicy, André Whoong, Hugo Possolo, Tulipa, entre outros. Confere lá.