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Noites Trabalho Sujo apresenta Boombop

E para atordoar a pistinha do Alberta hoje, chamei minha comadre Babee – do excelente Boo Monster Bop – para começar um fim de semana que promete! E misturo o ótimo gosto da dona do meu podcast favorito (o Boombop Shuffle) com os já tradicionais hits que fazem da Noite Trabalho Sujo a melhor sexta-feira de São Paulo. Para quem ainda não tem as coordenadas, basta ver no site do Alberta ou na página do evento no Facebook. E para incluir seu nome na lista de desconto, basta mandar um email para noitestrabalhosujo@gmail.com, até às 20h. Dá para ouvir uma amostra do que virá pela noite no setzinho que a Babee preparou aí embaixo, se liga:

Boombop @ Noite Trabalho Sujo (MP3)

Peaking Lights – “All The Sun That Shines”
Discovery – “I Want You Back”
El Guincho – “Kalise”
Battles + Matias Aguayo – “Ice Cream”
Wavves – “Mickey Mouse”
David Bowie – “Fashion”
Unknown Mortal Orchestra – “How can u luv me”
Tame Impala – “Alter Ego”
The Weeknd – “Glass table girls”
Friends – “Mind Control”

Como foi a Noite Trabalho Sujo com a Iamana

Mais uma noite incrível aconteceu na sexta passada, quando a Ana Helena me ajudou a tacar fogo na pistinha do Alberta. A sequência com quase doze música dos Beastie Boys já pode ser considerado um dos ápices da curta história da festa. O resto você vê como foi pelas fotos do Leandro Furini.

 

Noites Trabalho Sujo apresentam Iamana

E pra festa de hoje chamei a Ana Helena – que assina como Iamana – para me ajudar a incendiar a pistinha do Alberta. Dá para sacar a finesse de seu set na mixtape que linkei esses dias, por isso se prepara – porque além da boa acabação feliz promovida na melhor sexta-feira de São Paulo, ainda celebraremos a importância dos Beastie Boys em uma meia hora (pelo menos) que promete! Já sabe do caminho das pedras, né? Basta ver no site do Alberta ou na página do evento no Facebook. Para colocar o nome na lista, basta mandar os nomes para o email noitestrabalhosujo@gmail.com, até às 20h. Partiu?

Déficit de desatenção

Bressane me entrevistou para uma matéria para a revista V. Segue um trecho:

Há quem entenda esse comportamento como típico de uma era de transição entre tecnologias. É o caso de Alexandre Matias, editor do caderno Link, d’O Estado de S.Paulo. Matias acha que são vários tipos de compulsão que ataca os audazes navegantes da rede. “Para uns, é a compulsão pelo que está acontecendo agora; para outros é a forma como as pessoas veem a própria imagem; para terceiro, a necessidade de armazenar tudo que consegue. Estar sempre conectado tende a cutucar essas compulsões, mas isso apenas reflete uma fase de transição de comportamentos“, acredita.

Spritzer contrapõe: “Uma característica da internet é oferecer recompensas, por menor que seja o esforço que se faz, e toda a atitude é gratificada“, diz ele, lembrando dos “curtir” do Facebook e dos retuítes do Twitter. “Isso aumenta o contraste com (e diminui a vontade de realizar) tarefas extensas, complexas, que exigem dedicação maior, nas quais muitas vezes não existe um ‘prêmio’ tão freqüente (mas que são de extrema importância à nossa vida).” Viciado nesses prêmios da rede, o navegante se torna um distraído contumaz.

Carr acredita que a cultura da distração está matando nossa capacidade de criar raciocínios originais. “É quase impossível pensar critica e conceitualmente sobre qualquer coisa se você é sempre distraído“, diz o escritor. “Profundidade requer a habilidade de focar em grande concentração. Meu medo é que trocamos a habilidade de ir fundo em um tema pela habilidade de roçar a superfície das coisas.” Proprietário do Trabalho Sujo, premiado blog de cultura pop onde chega a postar dezenas de temas num único dia, Matias crê na capacidade de saber filtrar o que necessitamos. Mas, como hard user, sente que mudou alguma coisa em seu cérebro? “Estoco só as informações que me ajudam a raciocinar, e não dados brutos“, diz. “De que adianta saber a capital de todos os países do mundo ou a filmografia completa de certos diretores? Ao contrário do que o discurso antiinternet provoca, me sinto livre ao saber de que não preciso decorar toda informação do mundo para me sentir informado.”

A ilustração é do Cobiaco – e a íntegra da matéria você lê no blog do Ronaldo.

Vida Fodona em Floripa

O Isaac que veio com essa idéia há um tempo, quando fui discotecar na ilha da magia em uma era passada e a festa não tinha nome. Ele tascou o nome do meu podcast na festa e, de tempos em tempos, quando desço para a capital catarinense, ele chama a noite de Vida Fodona. E hoje rola mais uma dessas, no já tradicional Jivago, quando divido os CDJs com as minhas queridas Julie Fernandes e Bia Carminati. O caminho das pedras você encontra na página do evento no Facebook – se estiver por lá, não se acanhe de aparecer para mais uma sessão de acabação feliz DAQUELAS.

Noites Trabalho apresenta //Mariana Neri

Quem me ajuda a estraçalhar a pistinha do Alberta hoje é minha querida Mariana Neri, a indie mais pop de Salvador e maior fã de Wilco de São Paulo, que promete muita música pop, mas sem deixar o rock alternativo em segundo plano. Para chegar na Noite Trabalho Sujo você já sabe como funciona: As coordenadas estão tanto no site do Alberta quanto na página do evento no Facebook. E quem quiser incluir o nome na lista de desconto, é só mandar a lista para o email noitestrabalhosujo@gmail.com, até às 20h. Vambora?

Como foi a Noite Trabalho Sujo no Vivo Open Air

Uma noite memorável! Aproveito pra agradecer em público o auxílio luxuoso do Pattoli, da Flávia e das SRY que ajudaram a esquentar a madrugada fria do sábado para o domingo. Abaixo, algumas fotos de divulgação da festa, além do vídeo que foi ao ar ainda no domingo.