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A cara do Bicho de Luz

, por Alexandre Matias

Eis a capa de A Balada de Bicho de Luz, quinto disco solo do mineiro-capixaba Juliano Gauche, que ele antecipa em primeira mão para o Trabalho Sujo. Gravado no ano passado e produzido em parceria com seu compadre e baixista Klaus Sena, o novo álbum chega às plataformas de streaming nesta terça-feira e reata a sonoridade de Gauche ao rock’n’roll, saindo da fase introspectiva que tomou conta de sua carreira neste início de década. “Dançar era a única regra clara durante o processo desse disco”, explica o cantor e compositor, que há duas semanas lançou o primeiro single do álbum, “Jesus Cristo x Belzebu”. “Fiz todo o arranjo dele pensando na parte rítmica, seguindo a fórmula do James Brown, onde ele diz que todos os instrumentos em uma banda são uma peça da bateria e assim nasceu a ideia de me filmar dançando para o primeiro vídeo promocional. E foi ideia do Vitor Arevabeni, um amigo e artista daqui do Espírito Santo, que eu tirasse a capa de um frame deste mesmo vídeo”, conta Juliano, sobre a arte da capa. O disco ainda conta com participações de Fernando Catatau, Julia Valiengo e Tatá Aeroplano. Confira o primeiro single e os nomes das músicas a seguir:

“Como o Vulcão que Forja o Anel que Dá o Poder de Toda Luz”
“Quem Já Comeu o Nietzsche Sabe”
“Vermelha de Coragem”
“O Mal de Quem Quer Muito Andar”
“Como Um Jato no Tempo”
“De Pernas Pro Ar”
“Vem, Vai, Vem”
“Jesus Cristo X Belzebu”
“Quarenta Dias no Deserto”
“De Manhã, Logo Cedo”
“A Balada do Bicho de Luz”

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