Vintedoze: A malícia certa

Alexandre Matias, Ronaldo Evangelista, Luiz Pattoli, carnaval de rua em São Paulo, Primer e Lana Del Rey.

E as referências: • Churrasco GregoOs Homens que Não Amavam as MulheresBixiga 70 + Marcelo PretoUm Futuro Inteiro, do BonifrateLeandro Lehart @ +Soma“Agamamou” x “I Got My Mojo”Trenzinho Carreta Furacão“O Sonho Colorido de um Pintor”Sempre Adoniran?“Dona Boa”“Bandeira Branca”Metrô x Vai VaiVai Quem QuerJoão Capota na AlvesKolomboloConfraria do PasmadoIlú Obá de MinPrimer (via YouTube) e o gráfico com a linha do tempo do filmeLana Del ReyCassy JonesCD dos sambas-enredo das escolas de São Paulo 2012Talking Heads Chronology

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  1. Tom Fernandes disse:

    Caras, gostei demais. Finalmente um podcast que dá tesão em assistir. Uma sacada genial e me amarrei demais na proposta do Leandro Lehart (já baixei o cd com doação no site dele, inclusive). Poha, virei freguês dessa mesa de poker. Abração, caras.

  2. Lázaro Fanfa disse:

    hey! só uma dica.
    Coloquem as referências pra abrir em outra aba/janela saca? Acho que além de mim mta gente deve ficar consultando as referências ali em baixo durante o cast e direto eu só clico em cima e abre a página em cima do página do cast daí já viu né?
    Mas parabéns tá mto bacana o bate-papo, e todas as boas referências trazidas, abraço!

    • YCK disse:

      Botão direito no link/ abrir em nova aba
      ou
      Botão direito no link/ abrir em nova janela

      Disponha.

      • Lázaro Fanfa disse:

        cara se tem uma ação html que já faz isso, não sei qual a plataforma do trabbalho sujo, mas no wordpress, toda vez que se coloca link abre uma janela perguntando se quer que ele abra em uma nova aba ou janela, facilita e muito pro usuário!

  3. Gleidson Medeiros disse:

    Cadê o arquivo em mp3?

  4. Eduardo Oliveira disse:

    Interessante a discussão sobre o “retorno” do carnaval Paulista/Paulistano em forma de blocos de rua.
    Existe um documentário bem interessante sobre a escolha do samba enredo da Mocidade Independente (do Rio) que passava sempre no GNT por volta do ano 2000/2001. A única referência que encontrei online é esse trecho http://www.youtube.com/watch?v=ia2bjqImSdk . Tem todos os clichês: bicheiro que coloca dinheiro em escola de samba, ameaça de morte pros jurados, o pessoal da comunidade que trabalha praticamente de graça, etc. Se alguém encontrar online vale a pena assistir.

  5. Caraca!

    No final do ano passado comentei da falta de qualidade técnica e do som ruim e agora vocês vem com esses vídeos de alto nível. Agora sim a estética condiz com a conversa!

  6. Daniel Araujo disse:

    Massa esse 20-12 s03e04! Carnaval paulista, quem diria.
    -Fiquei meio chocado com a história da Vai-vai, não tinha nem idéia que iam derrubá-la. Fazendo um parêntesis: ali perto da vai-vai tinha o Bar do Gera, de propriedade do inefável Geraldinho, que enquanto disponibilizava Jurupinga para os clientes mantinha-os entretidos com as histórias de quando trabalhou para uma construtora brasileira no Iraque.
    -Curto pra caramba esses Sherlocks do Guy Ritchie e concordo com Ronaldo – o Sherlock do R. Downey Jr. tem muito do Sherlock dos livros. O Sherlock é pugilista, “mestre” de disfarces, sempre tem várias correrias, injeta cocaína e tal. No fim do “Signo dos 4”, acho, tem uma perseguição de barcos no Tâmisa, com o Sherlock dando tiros em pé na proa de um deles, que é facil de imaginar em um desses filmes, com cameras highspeed mostrando a agua espirrando. O filme também é uma adaptação livre pacaraio do “Problema Final”, aquele conto famoso onde Conan Doyle tentou em vão matar o Sherlock. O voice-over final do Watson é a transcrição do ultimo paragrafo do conto. E a “antecipação” da 1a. Guerra Mundial que rola no filme também é uma citação ao último (de verdade) conto do Sherlock, onde ele e Watson estão velhos, fazendo um trabalho de espionagem na 1a. Guerra Mundial.

    Um Sherlock menos “inglês” acho que foi escolha deliberada do diretor, por isso chamou um americano pro papel. Assim como na melhor adaptação já feita do Sherlock, o Dr.House, preferiram um ator inglês para o papel de um médico americano. Duvido que haja um ator melhor que o Hugh Laurie para o papel de Sherlock. Pena que ele não está no filme, pois poderia ter reeditado a dupla com Stephen Fry.

  7. Márcio disse:

    Muito legal, um papo descontraído. Só uma observação: O Evangelista tem alguma coisa de Wander Wildner ou é impressão?

  8. Thiago Augusto disse:

    Assisti metade ontem e agora assisto o resto hoje. A parte do Spoiler foi genial. Literalmente, baixei o som e fiquei acompanhando o vídeo sem som, até o Matias baixar a placa. Claro que o Primer tá na agulha.
    Abraços e keep fighting the good fight.

  9. Luiz Augusto. disse:

    1. essa coisa um tanto que ‘ensaiada’ do começo não ficou legal.

    2. o efeito na voz do Oráculo estreou nesse vintedoze né não?

    3. Wander Wildner? da onde! o lance é mais Al Pacino mesmo http://www.manhairstyles.net/resimler/al-pacino-1.jpg

    4. a plaquinha ficou linda

    5. dia desses pensei em uma coisa que o lance da “polícia do hype” me fez lembrar:
    como vocês se sentiriam caso aparecesse um anosvinte “genérico” por aí? alguns caras que curtam o anosvinte e decidam ‘plagiar’ o modelo, referindo-se abertamente a vocês como “inspiração” – OU NÃO.
    como vocês veriam um acontecimento desses?

  10. Luiz Augusto. disse:

    6. fazendo o papel do fã chato volto a lembrar: quando o Matias vai falar do esquema que dizem existir APENAS 12 tipos de roteiro??

  11. YCK disse:

    Recife viu que podia fazer música pop depois de Science. Falo aqui Science, como principal expoente do Mangue, não como o Messias da nova música pernambucana. Da Lama ao Caos foi lançado em 1994. Karina Buhr começou em 1994, o Siba já veio do Mestre Ambrósio, Cordel veio um pouco depois. A influência veio não tanto da sonoridade, mas de perceber a possibilidade de fazer música que extrapolasse Recife.
    Essa de não entender filme me lembrou de “O Espião que sabia demais”, que é um belo filme, bem intricado, mas que não dá em uma bandeja prateada todos os detalhes, deixa o telespectador achar, sem aquele diálogo de confirmação, onde um dos personagens pergunta pro outro o que aconteceu e o outro explica tudo.
    E voltando ao “como os movimentos humanos SÃO orgânicos”, tem um gráfico cronolôgico das pirâmides de população brasileiras que realmente parece o movimento de digestão de um rato por uma cobra, ou qualquer outra analogia que quiserem fazer. Segue o link:
    http://www.worldlifeexpectancy.com/country-health-profile/brazil
    Bom como sempre.

  12. Daniel Araujo disse:

    Esse lance dos tipos de roteiro acho que é mais ou menos assim, lembrando de orelhada do que disse um amigo que estudava cinema: existem umas 30 e poucas histórias básicas, e estão todas contempladas nas peças de teatro grego que chegaram até nós. Todas as outras histórias existentes são combinações dessas histórias básicas.

    É algo desse tipo. Acho.

  13. rodrigo disse:

    Olá, mto legal o formato do programa. Ainda não assisti ao Primer mas vi relação com o Cronocrímenes (http://www.imdb.com/title/tt0480669/), bem legal tb. Abraço,

  14. Mateus disse:

    Muito peculiar esta ironizada do Ronaldo na revista Veja (no momento em que um comentário da edição passada diz que o livro da Jennifer Egan ganhou edição brasileira e que a revista Veja fez uma matéria a respeito), hahaha.

  15. Ângelo Capozzoli disse:

    Mais uma vez o programa foi ótimo. Legal terem convidado o Patolli e seu olhar popbrazuca. Concordo com ele. Mestre Adoniran é um dos grandes cronistas paulistanos, ao lado de Paulo Vanzolini, mas sempre esquecemos de sambistas do calibre de um Geraldo Filme, por exemplo (Quem nunca viu o samba amanhecer?). Aliás, triste notícia a derrubada do barracão da Vai Vai. É a “Praça Onze” paulistana. Matias segurando a plaquinha de spoilers ficou excelente. Grande abraço e sigam na pegada!

  16. Gleidson Medeiros disse:

    Eu fiz o comentário sobre a matéria da revista Veja sobre o livro A Visita Cruel do Tempo. Isso não quer dizer que eu considere a revista uma referência. Eu acho bom que a revista coloque esse tipo de livro no conteúdo, quem sabe assim não desperta o interesse de um ou dois gatos pingados, e o leitor descubra outras conexões partindo desse ponto? A expressão irônica do Ronaldo Evangelista não tem o menor cabimento. Lamentável.