Aparelho: Lineu Maguila

Entre comunidades online sequestradas pela extrema-direita e a desagradável descoberta que a Caravana Holliday não é o Brasil Profundo, mais uma vez eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin entramos em uma longa – mas cronometrada – digressão sobre o que é o nosso país, tendo em vista os saltos de fé das picuinhas de classe média, o rock brasileiro nunca teve cara de bandido, um possível revival de grupos de WhatsApp e como bodes na sala mental vem testando nossos limites.

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Aparelho: Já chega se acabando

Entre discussões sobre satanismo, sexo animal, o substituto da Bíblia, o último livro de Norman Mailer, a história do LSD, a relação entre o Riquinho, o Brasinha e o Gasparzinho, o final de River Raid, porque action figures não são bonecas, o substituto da Bíblia, a continuação do caso Campina Grande, a obsessão por Jean Michel Jarre e a genealogia dos programas de Luciano Huck, eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin embarcamos em mais uma sessão do seu programa semanal favorito sem a menor ideia para onde vamos.

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Aparelho: A stairway to rego

Com a benção de Lou Reed, eu, Tomate e Vlad assistimos pasmos à cooptação da direita de ícones progressistas como o estupor sintético, a curva no fim das costas e a maior banda de todos os tempos depois do Black Sabbath fase Dio (segundo o senhor Gasperin) e emendamos conversas sobre trilhas sonoras, séries sobre crime organizado e virunduns.

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Aparelho: O derradeiro traumatismo ucraniano

Às vésperas do fim do mundo, eu, Vlad e Tomate resolvemos problematizar o primeiro Carnaval pós-vacina e tentamos antecipar o momento em que todo o sentimento represado se soltará. Enquanto isso, tecemos observações sobre os aposentados do Brasil, o sentido de guardar dinheiro ante o apocalipse, o Danilo Gentili da Ucrânia, painéis eletrônicos em elevadores residenciais, um grupo de WhatsApp como performance, lembranças de Carnavais passados, a equivalência da liberação da maconha e do bingo, a sacada do peido do Lula e a profanação da farofa vegana.

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Aparelho: Por onde a Hello Kitty come

Aparelho sempre investigando os grandes – e pequenos – enigmas da humanidade e desta vez, eu, Emerson “Tomate” Gasperin e Vladimir Cunha abrimos divagações sobre a quantidade de discos que torna uma banda clássica, como o 4K matou o passado do cinema, os macacos treinados de Stanley Kubrick, o verdadeiro inventor do algoritmo, o disco de easy listening do Stevie Wonder, a importância dos Chemical Brothers, uma praxada com cheiro de chulé, Blade Runner da tela verde, estudos sobre asfalto, o monolito de 2001 como escola técnica, a conexão hippie-punk-rajneesh, metonímias e marcas, o fim do Facebook, o crime de amar demais os Smiths, e agora, há uma bica lá fora – aqui dentro, sempre.

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Aparelho: Sobre impedir algumas pessoas de fumar maconha

Em mais uma sessão do Aparelho, eu, Vlad e Tomate atravessamos ideias tão erradas quanto um cruzeiro de bandas de rock brasileiro do século passado, a possibilidade do presidente ser o emissário de paz no conflito da Ucrânia, a tradição pirata no trabalho dos Rolling Stones e de Bob Dylan, nosso excesso de prudência, a verdadeira importância da Semana de 22 e a falta que faz um sindicato da ganja.

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Aparelho: O bom, o mau, o feio e o PARANÁ

Começamos falando de velho oeste, mas logo descambamos para a política, em mais uma sessão do Aparelho em que eu, Vlad e Tomate lamentamos a cara de pau de muitos que achavam que era tranquilo tirar uma presidenta eleita para abrir caminho para o elenco mais torpe do pior filme de terror do mundo. Inevitavelmente chegamos ao Iron Maiden quando perguntamos: quais integrantes da banda de metal apoiariam a Lava-Jato?

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Aparelho: O case Miro

Em mais uma reunião semanal do jornalismo-fumaça, chamo Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin para discutir a saída de Neil Young – o melhor ser humano vivo atualmente? – do Spotify e como isso se desdobra para o resto da cultura como um todo. Mas aproveitamos para falar sobre Starbucks no Brasil, produtos importados nos anos 80, os pintinhos pisados pelo KISS, aulas de baixo de reggae, a malhação do Judas no impeachment do Collor, Cansei de Ser Sexy no Glastonbury, tretas com o clube dos colecionadores de MSX, contratos assinados com sangue, um caixão pra ser destruído, a pronúncia original do latim, a música nova da Anitta, a escala Búzios, a quinta geração do rock, o arquivo da internet, o novo Fausto Silva, como só Rod Stewart, o disco soviético do Iron e, claro, NFT, além do Tomate ameaçar queimar pólvora no programa.

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Aparelho: Nostalgia é feito transitório

Em mais um episódio da série NFT (não percebeu as iniciais?), eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin mergulhamos no empirismo psicodélico que atrai fiéis e nutre desafetos. De Rolling Stones ao Primo Cruzado, da fase marroquina de Caetano Veloso às piadas de Robert Crumb que envelheceram mal, nosso olhar vesgo & ferino vasculha o patético e o sublime com o mesmo empenho. Com este presente bizarro e um futuro incerto, ninguém pode nos criticar por visitar o passado como se fôssemos o Silk Sonic da subversão-moleque.

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Aparelho: Faça a/o (coisa) (adjetivo) novamente

Depois de tostar aquele que deixou a Cristina Prochaska (cheirar é coisa de aspirante, aqui só tem profissional), entramos numa ciranda de maluco regada a corote. É incrível como a simples menção da bebida imunizante abre um portal para o infinito. A diversidade conceitual – espraiada por autógrafos na era do selfie, reforma trabalhista e Faustão – converge para a única maneira de sobreviver em um país que já transcendeu tanto a lucidez que ficou translúcido, com todas as picaretagens à mostra. Não, não inveje o nosso tirocínio: alopre como (e com) a gente!

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