Aparelho: Incontinência militar e nabo sincronizado

Não tem CPI, mas nem por isso, eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin deixamos o Aparelho parar – afinal temos ameaça de golpe & olimpíada! Nesta semana, nos dedicamos aos arreganhos da milicada que promete fazer o país voltar ao tempo dos abomináveis homens das casernas. Haja espírito (de porco) esportivo!

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Aparelho: As desventuras intestinais do Macaco Guariba no reino do rabo preso

Nesta semana, Alexandre Matias, Emerson Gasperin e Vladimir Cunha exploram a flora intestinal e a fauna não menos esdrúxula de um governo literalmente fisiológico liderado por um motoqueiro que excreta por todos os buracos desobstruídos que lhe sobraram.

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Aparelho: Plunkt Plact Pum e outros fedores federais

Antes de começarmos a falar sobre a semana da CPI, elencamos os melhores assobios da história do rock (além do überbio do Klaus Meine) e Vlad cogita a possibilidade de David Bowie ser essencialmente conceitual, mas chegamos aos intestinos da produção fecal da presidência da república e à velocidade das informações que a internet impõe à Comissão Parlamentar, mostrando como isso atordoa nossos dias regidos por uma pessoa desonesta, falsa, incompetente, despreparada, indecisa, autoritária e pouco inteligente.

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Aparelho: Brasil ROLEIRO

Na semana mais surreal da CPI da Covid, eu, Vlad e Tomate entramos em mais um vórtex de assuntos aleatórios para cravar que o cerne deste governo Bolsonaro é o ROLEIRO, personagem que já havia sido invocado na semana passada com a aparição do Miranda USA e que apareceu encarnado em uma quinta-feira com tantas reviravoltas que a frase “chapéu de otário é marreta” parece uma definição zen dos acontecimentos. Comentamos também o silêncio de Wizard, além de detectar o momento em que o Iron virou Maiden e visitar – por algumas vezes – um trauma da infância de nosso aparelher paraense.

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Universidade Trabalho Sujo

Como foi seu primeiro semestre de 2021? Chegando ao fim da metade deste segundo ano pandêmico, cruzamos uma montanha-russa de emoções que ao mesmo tempo em que faz acender uma luz no horizonte com a vacinação contra essa doença maldita e a possibilidade de Bolsonaro não ser reeleito, nos mantém presos em casa, sem saber como essa época está nos transformando.

Por isso, te convido a discutir comigo como foram estes primeiros seis meses do ano no primeiro curso de mais um experimento desta pandemia, a Universidade Trabalho Sujo, que ministrará encontros comigo e meus convidados para falar sobre as transformações que estão acontecendo na cultura e em nossas vidas. O primeiro destes cursos é 2021 – Parte 1 – Discutindo ao vivo a primeira metade do segundo ano do resto de nossas vidas, seis encontros em que podemos conversar sobre como tem sido este início de ano.

O custo do curso é de 300 reais, mas se você colabora com o meu apoia.se/trabalhosujo ​tem 50% de desconto. Os encontros acontecerão entre os dias 5 e 16 de junho, sempre segundas, quartas e sextas, a partir das 19h e duram uma hora, pela plataforma Zoom. As aulas não serão publicadas posteriormente e as vagas são limitadas.

Abaixo, a programação do primeiro curso e o link para fazer as inscrições.

5 de julho
Orientalismo e decolonização, com Dodô Azevedo

O prumo do mundo está mudando para a Ásia e África isso acontece no mesmo momento em que o colonialismo ocidental está finalmente sendo demolido. Como isso mexe com nossas vidas? Será que somos mais apegados ao ocidentalismo do que imaginamos?

7 de julho
O streaming perfeito?, com André Graciotti

A quarentena acelerou o processo de popularização dos canais de streaming ao mesmo tempo em que diminuiu nosso vínculo com as salas de cinema. Mas, em meio à tantas propostas diferente, ainda estamos longe de ter um serviço de filmes e músicas que possa nos satisfazer. Como anda a produção e o mercado de cinema na pandemia?

9 de julho
Como o home-office pode mudar as cidades, com Polly Sjobon

Trabalhar em casa mexeu com a realidade de muitos, a ponto de abandonar carros ou mesmo a moradia nas metrópoles. Mas como esta nova relação com o trabalho pode mudar os nossos hábitos, os dias da semana e até as cidades?

12 de julho
A expectativa da vacina, com Pablo Miyazawa

Entramos em 2021 sem nenhuma perspectiva de vacinação à vista, o que mudou logo nos primeiros dias do ano com diversos cronogramas anunciados mas nenhum cumprido de fato. A esperança não apenas pela imunização quanto por um fim mais palpável para a pandemia só pareceu começar a fazer sentido há trinta dias atrás, quando os novos cronogramas foram anunciados e começaram, pelo menos até agora, a ser cumpridos e a atender as faixas etárias mais jovens ou sem comorbidades. Mas o que muda em nossas vidas após a vacinação?

14 de julho
A subversão como protesto, com Vladimir Cunha e Emerson Gasperin

“Cadê o Zé Gotinha?”. Até no discurso que marcou a volta de Lula à vida política, não faltou espaço para rir do governo federal. O deboche, a caricatura, a ironia e o escracho aos poucos dominaram o início do ano, em iniciativas como a campanha #bolsocaro, o raio X das manifestações pró-Bolsonaro e a teatrealização da CPI da Covid. Como a subversão pode ser a alternativa mais eficaz de desmontar o projeto de poder miliciano expondo suas tripas em público?

16 de julho
A multidão e a pandemia: qual é o futuro dos shows?, com Pena Schmidt

Nessa aula que funcionará como um episódio inédito do meu programa Bom Saber para os inscritos nesse curso, eu entrevistarei Pena Schmidt para discutir a volta aos shows. À medida em que a população vai sendo vacinada, encontros começarão a acontecer e isso inevitavelmente nos apresentará a um mundo de festas e shows depois da era Coronavírus. Mas que tipo de shows e precauções teremos no futuro? Como as multidões conviverão com artistas depois de centenas de milhares de mortos?

Para isso, basta fazer a inscrição neste link. As vagas são limitadas.

Aparelho: Operação Baratavoa

A aparição dos irmãos Miranda virou a CPI do avesso e jogou o governo na fogueira de vez por todas e assim soltaram as baratas voadoras no Brasil 2021 – e eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin aproveitamos essa semana incendiária (que ainda teve a suspeição oficial do Moro, a exoneração de Ricardo Salles, a fuga de Daniel Silveira, entre outros desdobramentos) para tacar gasolina no incêndio. “This is fine”, dissemos um pro outro, assustados.

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Aparelho: Creedence, Pink Floyd, U2 e Creedence

Mais uma reunião do Aparelho: Jornalismo-Fumaça em que eu, Tomate e Vlad resvalamos no assunto CPI da Covid para ampliar a discussão para além do Witzel deixando o microfone cair pra deixar os bolsonaristas falando sozinhos – e falamos sobre o senso de espetáculo no pop brasileiro pós-Rock in Rio, roleiros cult, o porta-voz do homocore, a subversão de Fausto Silva, Iron Maiden na janela do Vlad, cultura pop de segunda mão e como conhecer hits radiofônicos em festas de gangue.

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Aparelho: 100% Couro Total sobre tela

Entre vaias para Bolsonaro em pleno vôo, um desanimado ressurrecto Magno Malta e quadros da Lucy Borne, começamos mais um Aparelho misturando os acontecimentos da CPI da Covid desta semana com a obsessão por couro dos motobroxas que desfilam ao lado do presidente da república.

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Aparelho: Como se a CPI fosse o Hollywood Rock

Em mais um programa dedicado à CPI do genocídio, eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin nos debruçamos sobre dois extremos bolsonaristas – a visão negacionista e a científica (que, justamente por isso, durou dez meses no governo) -, também comentando sobre o anúncio da Copa América em plena pandemia e o pífio e mentiroso pronunciamento do presidente sobre vacinação.

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Aparelho: A maldade do banal e um olhar de criança

Em mais uma edição extra do nosso Aparelho: Jornalismo Fumaça, eu, Emerson Gasperin e Vladimir Cunha deschavamos mais uma semana da CPI do genocídio, aquela em que viu-se pirocas em todos os lugares – até na cidade-velha em Belém -, passando por opções bolsonaristas e amazônicas para sublimar a cloroquina, saltos de tecnológicos de transmissões de grandes eventos e uma inversão da conclusão de Hannah Arendt a respeito do tribunal de Nuremberg que pode muito bem explicar o Brasil de 2021 – a partir de uma pureza vil.

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