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Dancing Machine

Esse se garante.

Festa boa!

Lambchop pro sol sair direito. Maldito outono.

“Hello…”

Morreu.

Cresci sob a sombra de Elizabeth Taylor, aquela atriz inatingível, para sempre ossificada na imagem de Cleópatra, o épico que quase foi a canção do cisne de Hollywood, diva datada de uma era que não era a minha. E não entendia sua grandeza que é, simplesmente, dramática. Curei essa má impressão com dois filmes emblemáticos, duas das melhores peças de teatro adaptadas para o cinema: Quem Tem Medo de Virgínia Woolf?, escrita por Edward Albee com direção do subestimado Mike Nichols (o mesmo que nos deu, anos depois, A Primeira Noite de um Homem, Ardil 22 e Closer):

E Gata em Teto de Zinco Quente, peça de Tennessee Williams, filme de Richard Brooks.

Nesses dois filmes, Elizabeth Taylor mostra que teatro e cinema podem ter a mesma intensidade.

Mieux côte

Best Coast com Un Homme Et Une Femme. Sem querer, tudo se encaixa.

A impressão que eu tenho é que o Jeneci começou a cutucar um povo que tava pirando em ser experimental demais. Olha como o novo Domenico é fácil e suave.

Bom disco à vista.

Mas será que vão mesmo fazer o filme dos Ultimates? Tomara.

Amor digital

No chat é chato.

Portlandia

Linkei aqui outro dia, já assistiu?

É bem boa, não bastasse ter uma ex-Sleater Kinney na formação e a abertura com a minha querida “I Feel It All Around”, do Washed Out.

Vale ver.