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Com a banda de versões do bardo francês liderada pelo Scandurra, o Les Provocateurs.

Alex: gênio da raça.

White Stripes soul

Cortesia do Ben L’oncle Soul, pra começar bem o dia.

Só não me puna por ter te feito lembrar dessa música. A culpa é do Pattoli.

Internetic

Útil pra quando você for numa raver… Helô quem me mostrou isso.

O site m ss ng p eces editou um trecho de quase dez minutos de uma entrevista de meia hora de 2006 com o líder do LCD Soundsystem em que James Murphy fala sobre música digital, algoritmos de identificação de gosto musical, o prazer de descobrir música nova simplesmente ao manusear discos e a importância das bandass medianas para chegar às mais importantes (exemplo citado: “Se não fosse o Echo & the Bunnymen eu demoraria para descobrir o Fall”). Dica do Pedro.

Cemetery Junction

Boa surpresa o Cemetery Junction, filme que o Ricky Gervais e o Stephen Merchant (criadores do Office inglês) lançaram ano passado e eu peguei meio sem querer outro dia.

É uma história sobre assumir ou não o próprio destino às vésperas de deixar a casa dos pais, um Trainspotting que se passa na época de Life on Mars (início dos anos 70), com todo o glamour tosco daquela época. No entanto, não é uma comédia e conta a saga de três amigos pós-adolescentes sem futuro brilhante pela frente e começando a dar conta disso. A trilha sonora especificamente é exemplar (Bowie, Slade, Elton John, Bruce, Roxy Music, T-Rex) e – spoiler! – há uma cena magistral usando “Rain Song” do Led Zeppelin inteirinha que vale todo o tempo que se gasta no filme. Gervais comentou o uso desta música em entrevista ao Guardian no ano passado:

he most expensive thing in the whole movie and worth every penny. This sublime piece of rock n roll majesty soars through the story climax. We planned and cut the last few minutes of the film to the track before we’d even got permission from the band. I basically sent them a begging letter and they said yes. Phew! There was no plan B.

Realmente, só essa cena… Aliás, só essa música…

“Obra sublime de maestria rock’n’roll”, indeed.

Mandando bem, pra variar… E como a música vazou, eles liberaram no site.

E por falar na Tati, minha repórter favorita acaba de ressuscitar em formato digital (tem até Twitter!) seu trabalho de conclusão de curso, o livro Psicodelia Brasileira – Um Mergulho na Geração Bendita, que ela fez quando ainda trabalhávamos no Trama Universitário e fazíamos reunião de pauta no quintal, debaixo da mangueira, por volta de 1972, 1973, não me lembro direito (ah, os anos 70…).

Mas eu não achei o livro em si para download. Cadê, Tati? Será que eu tou tão seqüelado assim?