Esse cara não é fraco… Olha essa animação sobre a evolução do conceito de habitação:
Ah, Twin Sister…
Ah, agosto…
Enquanto Fringe não volta, a pergunta segue no ar…
Juro que eu não sei onde que o Thiaguera arruma essas paradas…
O Marcus, que trabalhou comigo no Link e agora tá no G1, entrevistou o Ernest Greene e perguntou sobre o Brasil. Ele disse que vem no início do ano que vem. Massa. E pra não perder o costume, mais um vídeo dos caras, esse feito pelo Guardian.
Nem a diva acreditou que estava fazendo um tributo à Amy, no show que deu em Nova York na quarta passada…
Foi alto. Muito alto. Poderia ser mais alto (claro, sempre pode), mas a massa sonora dos três sujeitos no palco literalmente move as pessoas.
E foi preciso. Guitarras, bateria, berros, gaita, theremin, saudações para o público, “São Paulo” gritado no meio das músicas sem soar piegas, coro da galera, mãos pra cima, muito suor, pouca luz.
Show de roque – como se o Mick Jagger não tivesse nascido para o estrelato, apenas para o rhythm’n’blues. Por alguns instantes o Bourbon perdia sua cara de Moema e parecia estar no meio de uma Augusta utópica, à moda antiga.
Impressionante como Jon Spencer parece ter caído na fonte da juventude. Dez anos mais velho que eu, aparenta e move-se como se tivesse dez anos a menos.
Memorável.
E The Hour, alguém já viu? É uma minissérie de seis capítulos produzida pela BBC sobre um programa de TV que estréia na Inglaterra em 1956. Inevitável compararem com Mad Men, olha só:
Bom dia, sexta-feira.
Autor de uma das melhores músicas do ano (“World of Doubt”, acima), Tom Vek foi chamado para substituir o Atlas Sound, que seria uma das atrações do Creators’ Project, que rola nessa sexta na Bienal. Mas não é show, ele só vai discotecar. Mais infos lá no site do projeto.


