Não que tenha ficado genial, mas ficou beeeeem melhor que aquela pataquada do Jay-Z com o Kanye West, hein…
E os irmãos Coen seguem contando a história do século 20. O novo período abordado pelos principais realizadores de cinema vivos é o início dos anos 60, quando contam a história da cena folk nova-iorquina, berço político e intelectual que influenciou os beats, a bossa nova e os Beatles – o berço de Dylan, pra ser mais exato. Os dois se afundam nos dias de violão e papo-cabeça à companhia do fictício Llewyn Davis, inspirado em Dave Van Ronk, um dos grandes nomes daquela cena. Olha o cabra aê:
Inside Llewyn Davis, no entanto, ainda está nos primeiros estágios de produção. Vi lá no Estadão.
Parece o moleque do “is this real life” no país das maravilhas. Vi na Helô.
São os superpoderes do Nyan Cat.
Vi no Nhom.
Três soldados na guerra do Afeganistão têm seu helicóptero abatido e caminham, aos pedaços, pelas montanhas do país oriental. Até que eles encontram algo que parece ser a encarnação regional do horror…
Eis a premissa do primeiro filme de Garth Ennis, que sai dos quadrinhos para a direção de um filme num movimento ousado. Por enquanto só tem esse trailer, mas o filme inteiro (um curta de 17 minutos) vai ser lançado oficialmente em novembro. E a versão em quadrinhos (claro) sai logo depois.
Maldito, isso sim.
Acho tão foda eles serem tão foda-se. Ache fake ou pretencioso, mas eles tão mais é certos de se curtirem assim.

(Chamamos de “picanha de peixe”, mas essa peça acima é filé de filhote – o melhor peixe amazônico, acreditem – no espeto, com bacon e purê de batatas com jambu. Inacredifuckingbelieviable.)
Ainda tou rascunhando um comentário mais longo sobre a curta e intensa passagem por Belém, no fim de semana passado. Além de rever grandes e velhos queridos e conhecer pessoalmente compadres e comadres que só habitavam a esfera digital, ainda rolou a tradicional trip gastronômica (ah, os sabores de Belém…) e doses cavalares de novidades em diferentes níveis. Mas nada superou a descoberta da Gang do Eletro, que já havia roubado a cena na segunda edição do espetáculo Terruá Pará e parece ser, finalmente, a primeira cria do tecnobrega a sair da fase beta. Coisa fina.
Não pude ir no Terruá Pará desse ano pois coincidiu bem com a minha viagem pra gringa. Mas cobri a primeira edição do evento pra revista Simples: dá pra ler tudo aqui.
E por falar em Belém do Pará, o calor começa a despontar no horizonte do fim do ano. E como já é tradicional, Fabio “Mumu” Bianchini começou sua contagem regressiva para a chegada do verão deste ano em um tumblr diário:
E achei mágicow o fato do Mumu ter postado o carimbó do Pinduca bem às vésperas de minha ida pro norte:
Ainda mais que terça que vem eu tou chegando em Floripa – pra falar e pra fazer dançar.

