O Carona conta a história de como Joel Stones começou a vida como engraxate em Nova York até conseguir abrir sua loja de discos, a Tropicalia In Furs, que se tornou especializada em discos brasileiros. O documentário, produzido pelo próprio Stones, o acompanha em suas viagens ao Brasil, passando pelo Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Saquarema, onde ele compra seus discos e tenta se encontrar com os autores das jóias que comercializa.
Ele entrou no mapa ao lançar, no ano passado, a coletânea Brazilian Guitar Fuzz Bananas, dedicada a compactos de grooves psicodélicos brasileiros da virada dos anos 60 para os 70. Se você não conhece, devia conhecer.
E não levanta uma sobrancelha ao dizer o quanto tudo aquilo foi previsível – e sobre o papel da música como veículo que pode acompanhar o que realmente está acontecendo. (Se o vídeo estiver dando pau, assista-o aqui.)
No final do mês, a EMI começa a dissecar toda a discografia do Pink Floyd em uma série de lançamentos e caixas de discos que fazem parte do projeto Pink Floyd Discovery. A primeira etapa do cronograma é o relançamento de Dark Side of the Moon, Wish You Were Here e The Wall em caixas que os esmiuçam ao nível da paranóia. Sente o tamanho do problema, a partir do disco do prisma:
Wish You Were Here segue o mesmo padrão (veja o vídeo aqui), como deverá seguir The Wall, ainda sem trailer. O Marcelo dá mais detalhes dos lançamentos – e quem deu a dica foi a Fernanda.
A comparação com o Los Hermanos é inevitável, mas isso não invalida o trabalho do sujeito – que botou seu disco de estréia, Canções de Apartamento, todo pra download no Feice. Dica do Tiago, no comentário de um Vinteonze.
Os clipes abaixo fazem parte da campanha publicitária desses novos lançamentos do Pink Floyd. Eles são demais:
França
Austrália
EUA
Itália
Inglaterra
México
Alemanha
Espanha
Bélgica
Chile
Até Santiago! E uma cidade do Brasil? Isso significa turnê à vista? Porque você lembra o que aconteceu esse ano, né…
O Pink Floyd sim me faria voltar a ver show em estádio. Mas podia ter outra forma de se assistir a um show desses…
“Cerol”
“Subirusdoistiozin”
“Mariô”
“Freguês da Meia-noite”
“Não Existe Amor em SP”
“Lion Man”
“Sucrilhos”
“Linha de Frente”
Exibido ontem (e já posto online pela própria Cultura, vale o registro e o aplauso), o Ensaio é mais um degrau na escalada do Criolo rumo ao estrelato (outro aconteceu ao aparecer na capa da Trip, vi hoje, nem li ainda). Mas será que o resto do Brasil vai curtir? Porque ele ainda é um fenômeno paulistano – e isso sem demérito.
“Bogotá” é bônus e não passou na TV:
Também conhecido como “o melhor disco de todos os tempos”, mas a voz do velho Moraes não tá lá essas coisas… Será que a gente vai ver esse clássico tocado ao vivo com seus próprios protagonistas?
Cortesia do Instituto Moreira Salles.



