E o grupo está nos EUA e faz dois shows na semana que vem em Nova York. No sábado, eles participaram do Saturday Night Live e também gravaram para o programa do Stephen Colbert. Eis as faixas do SNL:
E o bicho tá pegando mesmo…
Que show incrível esse de sábado, hein… Fácil fácil um dos melhores shows do ano.
Primal Scream – “Higher than the Sun”
Tu foi? Que achou?
Mais uma office chart do Thom Yorke.
Low Anthem – “Hey, All You Hippies!”
Baden Powell + Vinicius Moraes – “Canto de Ossanha”
A situação começa a ficar tensa nas ocupações em Nova York…
Chazwick Bundick se animou com o groove de tocar ao vivo e lançou um EP bem mais suingado que o trabalho habitual do Toro Y Moi. Bom negócio.
Toro Y Moi – “I Can Get Love”
Não adianta, Rihanna é meio fadada a ser secundária e só funciona quando o sample é conhecido (a saber: “Tainted Love” em “S.O.S.” e “Wanna Be Startin’ Somethin'” em “Don’t Stop the Music“) – nem me venha falar em “Umbrella”, aquilo é um jingle. Nem Calvin Harris, que deu uma mão em “We Found Love”, a salvou do pop mais genérico possível em 2011, olha só:
Mais uma faixa do Is Tropical, junto com outro clipe esperto. Média de acerto exemplar.
Fringe voltou na sexta e eu achei o episódio meio besta… Quem mais viu?
Máquinas humanóides que funcionam sozinhas são manifestações típicas da era atômica, mas vêm de muito antes. Abaixo, uma lista de robôs que existiram antes da palavra inventada “robot” se tornar popular para além das fronteiras tchecas:
O relojoeiro suíço Pierre Jaquet-Droz fez esses três autômatos aí de cima no meio do século 18, só pra tirar onda e fazer propaganda de seu trabalho. O robô que desenha podia fazer quatro desenhos diferentes, enquanto o que escreve era programável e podia escrever qualquer frase com até 40 caracteres – e é considerado um dos ancestrais do computador moderno. Putamerda.



