No meu tempo, humorista contava piada…
85 anos? Achei que fosse mais velho… Uma pena.
Parece cumprir o que tá prometendo…
Podem vilanizar, mas Bill Gates não é Bill Gates à toa…
Tenho a nítida impressão que as discussões via internet são basicamente isso.
Olhando daqui de longe, parece só uma bandinha da vez, mas não acabei de voltar da gringa e não é exagero “Pumped Up Kicks” estar em terceiro lugar entre as músicas mais tocadas nos rádios dos EUA (atrás do novo hit irresistível do Maroon 5 e de “Someone Like You”, da dona do hit do ano, Adele). Realmente, toca em tudo quanto é lugar.
Por isso chamar o Kenny G pra tocar junto deles no Saturday Night Live talvez seja algo menos bizarro do que pareça. Não que não seja muito bizarro, entenda.
Duvido você não sorrir.
Stevie Wonder
Fiz um exercício de eliminar o Rock in Rio da minha vida e me senti como se não acompanhasse uma novela, um reality show, um campeonato de futebol – e olhando assim à distância é fácil perceber, pela escalação e natureza do evento, o quanto que o mainstream do pop caminha sozinho, na inércia, feito um zumbi – e carrega massas de zumbificados no embalo. Separei uma lista enorme de shows inteiros colocados no YouTube (essa moda nova), mas repare na natureza descartável e supérflua das bandas listadas, algumas jogando reputações inteiras na vala do “show pras multidões”. Separo o Stevie Wonder e Elton John como mestres desse mesmo mercado, idealizado entre os anos 70 e os 80 (não por acaso a época em que os dois artistas se consolidaram como hitmakers), mas repare como é possível viver completamente alheio a esse tipo de música. Isso porque eu não precisei listar Ivete Sangallo, Sepultura, Angra ou Capital Inicial, só pra ficar nuns exemplos mais óbvios.
Elton John
E parece que o sujeito não embarcou para os shows no Brasil! TENSO
Enquanto isso, na Rússia…
Bom, pra desintoxicar disso tudo, vai um Beastie Boys cinco estrelas, após o lançamento do Hello Nasty, dica do Danilo.