Quando o Stevie esteve no Rio.
Bruno reacende a promessa do carro elétrico com esse comercial da BMW e levanta um bom ponto em relação aos motores de combustão: sem eles, a cidade vai ter outra trilha sonora, completamente diferente.
Até que demorou pra fazerem isso com o moleque do suco. Ainda tá cru, pode melhorar, mas tá aí…
Vi no Bobagento.
Alto nível.
Bem foda o documentário Bobby Fischer Against the World, que a festejada Liz Garbus lançou no início desse ano. Conta uma história relativamente conhecida – como surgiu o grande mestre do xadrez norte-americano, como sua ascensão popularizou o jogo no planeta e como ele, aos poucos, foi perdendo o prumo mental -, mas de forma magistral, com firmeza e graça tão improváveis em um tema tão árido. A pesquisa, que reuniu impressionantes imagens de arquivo, todas harmonicamente enfileiradas, vai ao ponto de investigar a psicologia da infância do protagonista, uma das celebridades mais enigmáticas da história dos EUA. Junto às cenas resgatadas, há entrevistas comoventes e uma disposição ao mesmo tempo cerebral e emocional à medida em que a história vai sendo contada, como se a diretora jogasse xadrez com as nossas expectativas.
Um filmaço, recomendado até pra quem acha xadrez chato (hereges!).
A cada nova audição, melhor o disco fica.
Não que fosse difícil gostar dele de cara, muito pelo contrário…
Sem produça, sem figurino, ela é bem mais normal do que parece ser…
Depois do downhill em Madri, uma sessão street em Barcelona.
Na trilha, Submarines.
“Weird Al” Yankovic dá uma dica…
Enquanto tempo pinta uma versão brasileira? Se é que já não tem…
