Não entendi esse macacão da Ferrari, mas deixa ela falar…
Que maldito.
Ninguém pediu, mas aí vai ela de novo.
Parece um aparelho digestivo que criou vida…
E por falar na Amanda Seyfried, o novo filme do Andrew Niccol (Gattaca, O Senhor das Armas, autor do roteiro de Terminal e O Show de Truman), como Justin Timberlake. O Preço do Amanhã parte de uma premissa esperta – o tempo como nova medida de riqueza, com milionários que não envelhecem e pobres trabalhando por segundos de vida. No universo do filme, as pessoas envelhecem até os 25 anos quando param de envelhecer e podem permanecer jovens para sempre, caso consigam pagar por isso. O filme ainda conta com Justin Timberlake e Cillian Murphy no elenco e parece se desenvolver como uma possível filme de ação, mas permanece o tempo todo naquela área cinzenta de possibilidades da ficção científica clássica – que é rasteira e B, nunca épica e autorreferente.
Como um conto de K. Dick ou em seus filmes de ficção científica anteriores (menos S1m0ne, que é um tiro no pé), Niccol consegue contar uma história cheia de truques de roteiro e metáforas para o mundo atual, com protagonistas que não chegam a ser carismáticos, mas que, ao mesmo tempo, não são mais importantes que a estrutura da história. Bem amarrado, descamba para um Bonnie & Clyde em tempos de OccupyWallStreet, mas sem virar necessariamente um filme de ação – o clima é mais de roteiro noir e cinema policial, como boa parte dos clássicos sci-fi. Vale ver no cinema.
E achei curioso descobrir que o Niccol é quem dirige e adapta o próximo filme inspirado em uma obra de Stephenie Meyer (a autora da saga Crepúsculo), The Host.
Um filme de Ian MacKenzie.
Mais um brasileiro dirigindo nos EUA.
Resta saber se o rumo seguido vai ser o do Fernando Meirelles ou o do Walter Salles…
A piada do banheiro quase no final é muito infame.
Pena que não tem o episódio inteiro (que vai começar a passar no site do South Park a partir do dia 2 do mês que vem). Agora sim, o episódio inteiro, graças ao Alisson. Valeu!
TENSO.
Pior que essa “música nova” da Amy Winehouse (prepare-se para um monte de elogios sobre um disco médio de sobras), só essa história de que o Peter Doherty está sendo assombrado pelo fantasma dela.


