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Seguem os boatos sobre a nova vinda do mestre ao Brasil. Dessa vez é o Destak dizendo que Dylan chega por aqui no mesmo mês em que ele completa 71 anos.

Caceta, por essa ninguém esperava. Vamos lembrar de um de seus grandes momentos:


Whitney Houston Serge Gainsbourg por aurelio-62

Brincadeiras à parte, eu curto essa aqui:

Clipe novo, dirigido pela Leandra Leal:

Muito bom isso:

O que eu mais gosto é como ela repete “BBC Olinda, direto do carnaval do Recife”, em inglês.

Last Shop Standing – Um documentário sobre os últimos exemplares de uma espécie em extinção.

E se você acha que isso é muito chororô, espere quando começarem a fazer desses documentários sobre livrarias…

Fui ontem no Sesc Pompéia ver o primeiro dia do Nublu Festival com duas expectativas: ver o show do Marginals e ouvir a música nova da Tulipa, que o Ronaldo já havia cantado a bola no blog dele. Estava com uma certa pulga atrás da orelha em relação à participação do Rodrigo Brandão no show dos Marginals – afinal, o próprio já tinha me falado na terça que estava tenso em relação ao show porque os Marginals não ensaiam. E, realmente, não acho que tenha funcionado direito – principalmente pela sensação de que Rodrigo parecia estar sobrando do transe endiabrado que o grupo submeteu o público que lotou a choperia.


Marginals + Rodrigo Brandão – “Sem Título”

Eles estavam infernais – no melhor sentido do termo – e o calor quase sólido que esquentava a casa ajudava no clima pesado da jam. Thiago França, devidamente caracterizado de beduíno, alternava-se entre a flauta transversal, o sax e a própria voz como instrumento, manipulando-os com pedais espalhados ao chão, como também fazia Marcelo Cabral, que até tirou o arco certa feita para deixar seu baixo acústico harmonizar. Tony Gordin, na bateria, dava o clima para as viagens dos dois, mas manteve-se mais contido que o normal, talvez para marcar mais o ritmo e facilitar para as rimas de Brandão.


Marginals- “Sem Título”

Já o Wax Poetic eu acho bem chato – parece um sub-Morcheeba sem carisma e nenhum hit conhecido. Só vale por terem dado espaço para Tulipa apresentar sua nova música, além da banda ter encarado (ponto pra eles) um dos hits dela – “Brocal Dourado” – com o arranjo original.


Wax Poetic + Tulipa Ruiz – “Brocal Dourado” / “Assim”

Você já tinha visto a versão crua – pois segue a versão finalizada, bem melhor:

Simples e eficaz a idéia de pedir pro casal Marcelo e Nina falar dos discos que gostam. Vi lá no Ronaldo, que também estranha o fato do vídeo não permitir ser embedável…

Curti muito a conexão que a Nina fez entre seu disco vermelho e “Riders on the Storm”, tudo a ver. E o Callado sugerindo o terceiro do Velvet, obra-prima.

E essa versão?

Coisa fina…