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E só ela. Demais.

Alguém corra pra trazê-la pro Brasil, porque já já o cachê dela vai ficar caro mesmo…

Criolo 2012

Dei a letra num post anterior e o Yuri do Fita Bruta fez o trabalho sujo (hehe) de separar as músicas do Criolo que não estão no disco dele do ano passado, Nó na Orelha. Entre elas:

Gravada há um ano exatamente num show no Auditório Ibirapuera, “Olhos de Safira” é prima de “Freguês da Meia-Noite”.

“Lantejoula” envereda pela música nordestina.

Os sambas “Casa de Mãe”, “Quatro da Manhã” e “Gelo no Inferno” foram mostrados para a TV Folha.

E tem outras mais lá no Fita Bruta, saca só.

O rosto de Florence Colgate circulou pelo mundo afora esses dias como sendo “o rosto mais bonito (por ser simétrico) do mundo”. Mas Evandro Malgueiro mostra, com o Photoshop, como é possível melhorar até um título desses.

Vi no Brainstorm9.

Doo-wop Beck

Beck regravou “I Only Have Eyes for You“, consagrada pelos Flamingos. A versão é idêntica ao original, mas a voz de Beck, a guitarra seca e o excesso de ecos nos backing vocals – tudo com aquela preguiça típica à sua música – dá outro tom à canção, quase fantasmagórico. Sente só…

Jason Bateman e Will Arnett, da série Arrested Development, bancaram o novo documentário de Morgan Spurlock, o mesmo de Super Size Me, sobre o fascínio masculino pelos próprios pelos faciais. Olha o trailer:

Eu realmente não esperava que o show solo do Thurston Moore fosse tão foda. Fui tanto por motivos afetivos (sou fã do Sonic Youth) como por ter gostado de seu disco solo mais recente, Demolished Thoughts, do ano passado. Já havia sido alertado pelo Mini que ele não estava tocando o single “Benediction” nos shows, uma das músicas mais bonitas do disco novo, e confesso ter lamentado por antecipação a ausência da música. Mas foi só Thurston subir ao palco para mostrar que não iria incursionar apenas pela veia acústica do disco em turnê, apesar de empunhar o violão – elétrico – por quase todo o show. Thurston passou por todo o imaginário de sua banda nativa, indo desde a reverência ao Velvet Underground (impossível dissociar o violino da baixista Samara Lubelski da viola elétrica de John Cale, nos momentos em que a banda ia para as vias de fato) à iconoclastia indie ao transformar “(I Know) It’s Only Rock’n’Roll (But I Like It)” dos Stones em música menor, sem o desprezo fake do original. Brincou com o público, fez piadas infames, se comportou como o pós-adolescente eterno que sempre vai ser, com seus quase dois metros de altura, e mostrou a que veio logo no início do show, quando transformou a segunda parte de “Orchard Street” em uma nuvem de microfonia espessa e sem melodia, apenas o zumbido permanente que prevaleceu por toda a noite, mesmo quando tocava apenas ao violão. Uma noite memorável, como você pode ver nos vídeos abaixo.


Thurston Moore – “Orchard Street”

Ah sim: vale mencionar que a acústica do Cine Jóia melhorou. Um pouco.

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Com a faixa “Mangue Beatle”, a banda pernambucana Volver traçou uma linha que os separa da cena que recolocou Recife no mapa no pop brasileiro nos anos 90 e está causando confusão no estado, como conta o Helal do Megazine:

“Em Pernambuco, o movimento manguebeat é considerado uma instituição acima de qualquer crítica. Sou fã de Mundo Livre S/A, mas acho que o meu estado é grande demais para comportar só carangueijos. Eu adoro a cultura indígena, mas isso não quer dizer que eu quero morar numa oca”, comenta o vocalista do Volver, Bruno Souto. Próxima estação é o terceiro CD da banda. O primeiro desde que o quinteto se mudou para São Paulo.

“O fanatismo é tão grande que as pessoas acham que criticar qualquer aspecto do mangue é o mesmo que xingar o estado de Pernambuco. Gravamos o clipe com a bandeira para mostrar que somos pernambucanos até a alma. Mesmo assim, muita gente achou que fizemos isso para provocar. Tudo bem. Artista não tem só que agradar. Precisa cutucar um pouco também.”

Tá certo. E o disco novo do Volver já saiu pra download. Não que eu recomende, mas há quem goste. Olhaê o clipe:

Como essa música funciona…

Na hora em que o sax entra então…

Hoje no SBT

“Hoje” é um conceito tão vago, quando o mundo digital se superpõe ao da televisão… Vi essa no Não Salvo:

Tanto que essa reportagem já deu origem a um tumblr, o #HojeNoSBT.


Os anos 80 eram uma viagem…

…e renderam umas cenas ótimas, veja abaixo:

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