Outro gênio ceifado por 2012. E esse é dos grandes, não apenas da ficção científica, mas da literatura, da criação, da criatividade. Vamos ouvi-lo:
E dentre estas, vale destacar esta jóia…
E hoje quem toca no Prata da Casa é o Elo da Corrente. Sabe como é o esquema no Prata, né? A partir das 20h, os ingressos começam a ser distribuídos no Sesc Pompéia – e o show, de graça, começa às 21h. Vamo lá? Abaixo, o texto que escrevi para o projeto.
Entre o disco mais recente dos Racionais MCs, Nada Como um Dia Após o Outro Dia, de 2002, e a ascensão de Emicida, o hip hop paulistano teve uma série de novos protagonistas que ajudaram a consolidar sua fama ao mesmo tempo em que tiraram a pecha fora da lei que poderia transformar o gênero em caricatura. Nomes como Sabotage, Kamau, De Menos Crime, SNJ, Z’África Brasil e Mamelo Sound System ajudaram a moldar esta nova faceta, mas não sozinhos – e entre as promessas que surgiram na década passada está o grupo Elo de Corrente. Com participações em coletâneas como Direto do Laboratório e Raps de Verão Volume 1, entre outras, o trio bolou o show Missão de Pesquisas Folclóricas, montado em cima de gravações feitas na década de 1930 por Mário de Andrade, no mesmo ano (2009), que lançou seu único EP, batizado de O Sonho Dourado da Família, com sete faixas, e, aos poucos, prepara-se para o lançamento de seu primeiro álbum, ainda sem título definido.
Bruno deu a dica desta longa, mas esclarecedora, entrevista que um dos donos de Lost deu ao The Verge. Se você se importa com um dos três temas citados no título, assista:
Já comentei sobre esse show aqui, que já tinha aparecido em partes no YouTube, e agora chega inteirinho. Assista enquanto é tempo, pois é uma das maiores bandas da história em um de seus grandes momentos ao vivo.
Parece sinistro esse filme, se liga:
Mas e a coragem de apresentar-se ao vivo é o que mais me impressiona. Admirável.
E o grande YCK descolou a transcrição (em inglês) do vídeo do Grant Morrison que eu postei ontem (valeuzaço!). Tire um tempinho para ouvir uma mente brilhante (sem trocadilhos com sua careca, vai). E se rolar a traduça pro português, publico aqui:
Esta sexta-feira marcou o aniversário de 45 de lançamento do Sgt. Pepper’s e eu resolvi dar uma geral nos posts que já fiz sobre o clássico disco dos Beatles por aqui:
- O dia em que conheci os Beatles via Sgt. Pepper’s
- Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Memes
- O marco-zero do pop atual: o dia em que os Beatles conheceram Bob Dylan
- Sgt. Pepper’s in dub
- Um documentário sobre o disco clássico
- Uma capa alternativa oficial
- Um mashups finíssimo e um bizarro: “She’s Leaving Home” via Motown e a estranha mistura de Sgt. Pepper’s com Pet Sounds. E que tal Sgt. Pepper’s com “Paradise City”?
Ainda há esse vídeo que disseca a faixa-título (repare no Paul gritando em 0:55):
Há várias versões brasileiras para a clássica capa por aí, mas nenhuma barra essa do blog Mexerica:
Falei do disco há quinze anos, quando o Trabalho Sujo era uma coluna em um jornal e o disco completava 30 anos de idade:
Dez anos depois – há cinco anos -, eu fazia um especial em áudio para comemorar os 40 anos do disco:
E que tal esse remix pra “Lucy in the Sky with Diamonds”?
Que disco, rapeize… Que disco!
Quem soube da transmissão do show do Cure no Barcelona na tarde desta sexta-feira parou de trabalhar só para assistir Bob Smith ao vivo.
Abaixo, o setlist do show (as músicas em negrito entraram na transmissão – e no vídeo acima -, as outras, infelizmente, não):











