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Sábado na maciota

Com Recondite na trilha.

Triste.

Duas gerações da música paraense, Felipe Cordeiro e seu pai, Manoel Cordeiro, recriam o clássico de Gilberto Gil em uma versão incrível.

E por falar em Pará, terça que vem tem a Gang do Eletro no Prata da Casa.

Há dez anos o núcleo-duro da Nação Zumbi – Jorge, Lucio, Denge e Pupillo – se unia ao Bactéria, tecladista do Mundo Livre S/A, para começar as Noites do Ben, em que interpretavam músicas antigas de Jorge Ben, de quando ele ainda não havia aderido à guitarra. A festa se transformou na banda Los Sebozos Postiços, que finalmente chega ao primeiro CD – que ainda conta com a participação do Guizado e da Bárbara Eugênia. No Vida Fodona passado eu toquei “A Minha Teimosia…” e agora descolei a versão do grupo para “O Homem da Gravata Florida”, abaixo. Aumenta o som!

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Eis uma música nova da musa de 2012 – faixa-bônus da edição deluxe do Born to Die?

Lindaço.

Mas eu esperava mais do disco… E vocês?


É infame, mas eficaz. Vi lá no Camilo.

Muito boa essa história.

Grande Guilherme Arantes, bem melhor que o Elton John.

E hoje no Prata da Casa tem o Afroeletro, que, apesar do nome, bebe mais na música nordestina do que no eletro em si – como descrevo no texto que escrevi sobre a banda para o projeto do Sesc. Para ir no show, às 21h, basta chegar no Sesc Pompéia com até uma hora de antecendência para retirar o ingresso (o show é de graça). Vamo aê?

O quinteto paulistano é mais um dos representantes da redescoberta da música africana que vem acontecendo no início desta nova década – e pode enganar a começar pelo próprio nome, já que o sufixo “electro” remete ao batidão pós-hip hop dos anos 80 que serviu de combustível para uma cena dance music – quase sempre com vocalistas geladas – na década passada. Mas em vez de uma incursão pelas sonoridades eletrônicas modernas, a viagem proposta pelo grupo liga o continente africano ao nordeste brasileiro, quando o groove de guitarras secas, baixo no contratempo e percussão polirrítmica se encontram com o tambor de crioula do Maranhão, pontos de candomblé, cantos de capoeira, versos de cavalo-marinho do Pernambuco e até rimas de rap tipicamente paulistano. Seu primeiro disco foi lançado no início do ano e reúne integrantes do Bixiga 70, a guitarra afromacarrônica do paulistano Kiko Dinucci e a presença do pernambucano Siba, num caldeirão de ritmos e melodias que ampliam ainda mais a presença da música africana no Brasil do século 21.

Quem tá confirmando é o fã clube brasileiro da banda, que diz ter confirmado com o agente da banda. O Zé Norberto Flesch só twittou sobre:

E em seguida o Terra avisou, também via Twitter:

Bem capaz, hein.