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Psychedelic Pill é o nome do disco novo. Sonzêra, se liga:

Música nova da Lana Del Rey, me concede essa dança?



Sério… Cara…

Que boa surpresa é descobrir que a banda do ator James Franco é um chillwavezinho acústico, quase praiano, meio Little Joy, tirando os momentos em que discursa como um Johnny Cash mais novo. A banda chama-se Daddy e é uma parceria de Franco com o músico Tim O’Keefe. O primeiro registro – o EP da banda, MotorCity – vê a luz do dia hoje, mas o clipe de “Love in the Old Days” já tinha estreado na semana passada no site da Rolling Stone.

Vamos assistir à transformação de uma banda? A partir de seu recém-lançado Lóvi (download gratuito aqui, dá pra ouvir o disco aí embaixo também), o Dead Lover’s Twist Heart de Belo Horizonte começa a explorar as profundezas dos ritmos do Brasil, com o lançamento de seu segundo disco hoje, no Prata da Casa.

O show começa às 21h e os ingressos, gratuitos, começam a ser distribuídos com uma hora de antecedência no Sesc Pompéia. Abaixo, o texto que escrevi sobre a banda para o projeto:

Minas Gerais, no imaginário brasileiro, remete a paisagens pastoris, clima bucólico e espírito artesanal. Mas sua capital, Belo Horizonte, passa longe desta descrição – é uma pequena metrópole com o espírito urbano característico de qualquer grande cidade do planeta. Por isso é inevitável que a música que caracterize a cidade seja elétrica e moderna. Neste sentido, a banda que melhor representa essa face da capital mineira é o quarteto Dead Lover’s Twisted Heart, o grupo que mais lota o inferninho rocker local chamado A Obra. O grupo exibe influências que vão desde o rock primal de bandas como Stooges e New York Dolls ao novo rock de bandas inglesas e norte-americanos como Strokes e Franz Ferdnand, com alguma pitada de folk e country, e é responsável por shows incendiários e apaixonantes, que já são clássicos da cena independente mineira. Seu primeiro disco – DLTH – foi lançado em 2010 e a banda aos poucos prepara-se para lançar seu novo trabalho, com participações de nomes tão diferentes quanto Graveola e o Lixo Polifônico e do bardo Odair José, e que marca uma nova fase para o quarteto, que agora também canta em português.

O brasileiro Leandro Senna resolveu reescrever os cartazes do clipe de “Subterranean Homesick Blues” do Bob Dylan com tipos de fontes diferentes, feitos à mão. O resultado é o clipe abaixo.

Bob Dylan Subterranean Homesick Blues – A HAND LETTERING EXPERIENCE from Leandro Senna on Vimeo.

Vi no Bruno. Abaixo, cada frame desenhado para o curta, tirado do site do Senna.

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E por falar em grandes músicas de 2012, e essa “Starships” da Nicki Monaj, hein…

Birutaça e muito foda.

“Get Free”, do projeto do Diplo Major Lazer com vocais da Amber Coffman, dos Dirty Projectors, já pode ser considerada uma das grandes músicas de 2012 – e depois do tradicional clipe de animação ganhou outro de ambientação jamaicana pesada, dirigido pelo So Me. Sente só:

Não custa dar uma sacada nesse tipo de versão…

Tá achando pouco? Que tal Psy com Maroon Five?

Tem muito mais versões num post lá no blog do pessoal da Bootie Rio.