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Você viu que o dono do grande hit de 2010 está de disco novo – e que a capa imita aqueles chocolates do tipo Surpresa, com o produtor esculpido em alto relevo numa barra de chocolate (uma vibe meio “Love for Sale“, dos Talking Heads). Mas…

… e esse vinil de chocolate, hein?

Sinistro…

Depois do comercial da H&M, outra música da edição deluxe de Born to Die aparece em um comercial – desta vez no belo curta da Jaguar, abaixo, que usa “Burning Desire” como trilha.

A música original está aí embaixo:

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O relançamento comercial das três mixtapes que Abel Tesfaye lançou no ano passado começa a dar as caras – e além da capa (acima) – já dá pra ouvir, e ver, o trato que seu Weeknd recebeu antes do lançamento oficial.

Vi na Babee.

Um clipe besta e eficaz.

Haters gonna hate, mas os fãs vão adorar (os que ainda não sabem): em maio desse ano o Humberto Gessinger se juntou ao Carlos Maltz pra tocar ao vivo via internet a íntegra daquele que muitos consideram (eu entre eles) o melhor disco do Engenheiros do Hawaii, A Revolta dos Dândis. E o resultado segue abaixo:

E antes que resmunguem: não sou fã de Engenheiros, mas respeito a banda, principalmente com a formação clássica (GL&M). É uma das melhores bandas brasileiras dos anos 80 – e uma das poucas que não copiaram músicas de outras pessoas…

Mais uma da banda do ator-faz-tudo, desta vez com a lenda-viva da Motown nos vocais…

Eis a capa do primeiro disco do Silva, que será lançado na semana que vem digitalmente e chega na versão física até o fim do mês. O disco chama-se Claridão e pode ser um dos grandes de 2012. Abaixo, a mesma capa sem o adesivo que identifica o disco, e três vídeos que dão uma amostra da seriedade do novo disco:

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E hoje no Prata da Casa a Kika lança seu primeiro disco, Pra Viagem (que pode ser baixado na íntegra em seu site) – e o show promete. Os ingressos começam a ser distribuídos às 20h e o show, de graça, rola a partir das 21h. Abaixo, o texto que escrevi sobre ela para o prpjeto. Vamo?

Dub, afrobeat, samba, reggae: São Paulo vive um 2012 que mistura gêneros musicais negros de forma muito fluida, em que os tambores da África encontram a manha brasileira e a ginga caribenha num caldeirão de grooves que quase sempre descamba para a catarse de arranjos polirrítmicos e celebração percussiva. A cantora e compositora Kika, no entanto, transpõe essa expectativa e compacta toda exuberância em seu canto macio e pequeno, mas cheio de autoridade e firmeza. Criada sob as bençãos do estúdio Traquitana e do produtor Victor Rice – duas instituições do novo groove paulistano -, ela gravou seu primeiro disco, Pra Viagem, disponível para download gratuitamente, com uma seleção de músicos que fazem parte do filé mignon desta atual safra paulistana – como Anelis Assumpção, Dustan Gallas, Kiko Dinucci e músicos da banda Bixiga 70. Mas ela nunca deixa o holofote e conduz calmamente seu baile, gingando tranquila enquanto canta com uma naturalidade própria.

Já que o Scorsese preferiu registrar um show em vez de contar a história dos Stones (como fez com Dylan e com George), restou aos próprios Stones contar sua própria saga, em Crossfire Hurricane, que estréia nos cinemas do exterior este mês.

O filme é dirigido por Brett Morgen, que fez o excelente The Kid Stays in the Picture (já viram? É excelente!) sobre o produtor-mestre da melhor era de Hollywood, Robert Evans, e conta com entrevistas com todos os Stones, além de vasto material de arquivo. Será que chega aos cinemas do Brasil.

Outro mestre levado por 2012. Vai fazer falta.

Mas pode ser que ele comece a ser lido – e entendido.