Trabalho Sujo - Home

Video

O clipe da ótima faixa-título do disco solo de Domenico tem um quê de Cronenberg anos 70 com cinema brasileiro…

E hoje a atração do Prata da Casa é o projeto Me & the Plant. Já sabe como é o esquema né: a partir das 20h os ingressos começam a ser distribuídos e o show começa pontualmente uma hora depois. Abaixo, o texto que escrevi para o projeto. Quem vai?

Fruto da mente do carioca residente em São Paulo Vítor Palantano, o Me & the Plant desbrava as fronteiras de um pop maduro usando o violão como principal arma, mas não única. Vale frisar pois é inevitável associar a sonoridade de sua banda ao folk ou ao indie rock mais introspectivo, mas ela vai além, com referências que vão do rock progressivo à música eletrônica, o jazz e a MPB – embora todas as músicas sejam compostas em inglês. Mas é melhor rotulá-lo próximo da psicodelia, uma vez que a banda é um projeto individual com uma única ouvinte – a planta que também batiza a banda – e que começou a existir a partir de uma epifania de isolamento no Patagônia argentina, quando Vítor compôs quase todo repertório dos shows em poucos dias. Seu primeiro disco, The Romantic Journeys of Pollen, foi gravado no Rio por Kassin e conta com uma banda formada por Vítor, no violão e vocais, o próprio Kassin, o hermano Rodrigo Barba na bateria, Gabriel Bubu da banda Do Amor no baixo e Marcos Lobato do grupo O Rappa nos teclados e guitarra slide.

Escolha seu lado ou saia correndo!

Hot Chip acústico

Só a melodia do Hot Chip, de carona nas Black Cab Sessions:

Rod Stewart, The Faces e John Peel no bandolim, pra começar o domingo.

Bom dia.

PS22 x Tame Impala

Fazia tempo que o coral indie infantil não dava as caras, né? Dessa vez eles ressurgem com uma nova do Tame Impala, olha só:

Dica do Danilo.

…contado pelo próprio Lô Borges.

Que momento.

Quando o fim é inevitável…

Deveria…

Dá pra baixar o disco aqui.

Psicodelia pura.