
Ok, galera, parece que acertaram com a Chloë Grace Moretz pro papel principal. Mas…
…é impressão minha ou botaram o final do filme no trailer?

TUDO!
Vi lá no Cris Dias.
Aos 15 segundos. É quando bate o ácido.

Žižek sobre a felicidade.

Ao vivo no JazzReggae Festival da UCLA do ano passado.
É uma realidade que nos foi ventilada no filme Filhos da Esperança, do Cuarón.

E não apenas a geração beat, mas a contracultura, a camada de arte sobre o pop, a redescoberta do espiritualismo e por aí vai…

Que show! Que disco!

Uma especialidade do The Art of Title, que entrevistou o diretor sobre o tema:

Apesar de não ter a aura mística do primeiro álbum, a força conceitual e mercadológica do Dark Side of the Moon nem a epicidade trágica e megalomaníaca do The Wall, Wish You Were Here é um dos principais álbuns do Pink Floyd – e talvez o mais importante para a própria banda. Afinal, foi nele em que os quatro souberam reconhecer sua própria importância (Dark Side of the Moon, o disco anterior, ainda foi gravado com alguma insegurança), além de celebrar a importância – e amizade – com o fundador da banda, Syd Barrett. O documentário The Story of Wish You Were Here, abaixo na íntegra, conta a história deste disco, partindo da idéia de homenagear Barrett (já presente no álbum antecessor, tanto implicitamente no título como explicitamente na faixa “Brain Damage”) à criação de cada uma das cinco faixas do disco, passando pelo dublê em chamas na capa e dúvidas em relação a se tornar uma engrenagem do sistema vendedor de discos, culminando com a tocante descrição de todos os integrantes da banda de como foi receber uma inusitada visita durante as gravações…
De chorar.
