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Efeito dominó

“Ai.”

Yo La Tengo 2013

E o primeiro disco a ser esperado em 2013 é o novo disco do Yo La Tengo, Fade, o primeiro produzido por John McEntire, do Tortoise. Promete.

Outro disco que pode desequilibrar as listas de fim de ano no Brasil é Mils Crianças, do Hurtmold, que deve ser lançado ainda em 2012 – o show de lançamento, que acontecerá no Sesc Pompéia, já está marcado para o dia 15, segundo a Soma. Outra novidade do grupo é que o média metragem que o diretor Felipe Narvaez fez com a banda durante a miniturnê que o grupo fez na Bélgica há um ano, Agatha Christie, de que eu já tinha falado há tempos, finalmente deu as caras online. Veja abaixo:

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E hoje é o último Prata da Casa com a minha curadoria. No ano que vem, teremos a Mostra Prata da Casa 2012, com os melhores da minha gestão de clima. A atração final é o grupo Os Sertões e pra quem ainda não sabe: os ingressos começam a ser distribuídos às 20h e show começa uma hora depois, na choperia do Sesc Pompéia. Abaixo, o texto que escrevi pro projeto. Foi altos :~~~~~~

Clayton Barros, um dos fundadores do Cordel do Fogo Encantado, era quem fazia a ponte entre os hinos religiososo-existenciais de Lirinha e a percussão explosiva do grupo, usando seu violão de forma percussiva e rítmica para dar tons musicais à catarse musical vinda do interior do Pernambuco. Em sua nova banda, Os Sertões, Clayton explora as virtudes mais tradicionais do instrumento – melodia e harmonia surgem em primeiro plano na medida em que o grupo encarna um sentimento menestrel, andarinho e contador de histórias típico do Nordeste brasileiro, que encontra parentescos com a obra de Luiz Gonzaga, Ariano Suassuna, Quinteto Violado e – por que não? – Raul Seixas. O peso do rock é percebido desde a capa de seu primeiro disco, A Idade dos Metais, que homenageia o clássico Sgt. Pepper’s dos Beatles e apresenta-se como uma espécie de continuação da obra do Cordel, ainda na fronteira da cultura escrita e da oral, mas menos elemental, mais ampla mas sem perder o tom épico e pesado – e conta com versões do grupo para Les Baxter e Zé Ramalho.

Lembra deles? Ambos estrearam online, abaixo. Primeiro tem o Act of Faith, um prelúdio ao filme principal, Jimmy’s End (que vem logo depois) – e os dois parecem peças de algo muito maior, que pode ter uma cara de David Lynch, mas a meu entender me parece mais retomar o lance de perspectivas fractais do Big Numbers…

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Luz e movimento

Filme de skate é uma arte.

E este The Epic and the Beasts foi feito pelo alemão Sebastian Linda (e as músicas utilizadas são o remix de Ianborg para “Silk”, da Giselle, e o remix do Woodkid, para “So American”, do Portugal The Man).

É só o áudio (logo abaixo), mas, alguém se incomoda? O setlist segue logo depois.

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Reações inusitadas. Veja abaixo:

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Muito antes do politicamente correto, direto de um clássico do cinema…

Pode ser fake, mas…

Sério. Bolei.