
O whitest boy alive derrete-se no calor da Itália.
Vi no Tomás.


E já que o assunto é Breaking Bad (tema que se tornará recorrente nas próximas semanas, preparem-se), lá vai um daqueles trailers honestos, que empilham os clichês com algumas boas verdades sobre a série (não assista se você não viu a série até a quinta temporada, pois o vídeo é cheio de spoilers):
Dica do Matheus (valeu!).

…afinal, há pioneiros para tudo:
Olho nos Birthday Boys, eles são foda.

O disco que aprumou a carreira de Michael Jackson rumo ao topo da música pop foi lançado há exatos 34 anos – e sua influência é sentida com força num 2013 de “Get Lucky” e “Take Back the Night“. Disse a Rolling Stone à época do lançamento:
A slick, sophisticated R&B-pop showcase with a definite disco slant, Off the Wall presents Michael Jackson as the Stevie Wonder of the Eighties.
Como discordar? Na real, é só uma desculpa para voltarmos a esse clássico moderno:

O diretor de Drive fala sobre a importância do sexo e da violência como elemento fantástico na narrativa cinematográfica e detalha porque esta última funciona tão melhor e tem um apelo tão direto, ainda que oposto à sua presença fora da ficção ou do cinema.
Gostou? A íntegra da conversa do diretor em uma das Summer Talks oferecidas pelo Film Society of Lincoln Center·em Nova York pode ser assistida abaixo:

Vem aí o décimo volume das Bootleg Series de Bob Dylan, o longevo projeto de oficialização da discografia pirata liderado pelo próprio artista que vem funcionando como uma discografia paralela, composta por rascunhos. O alvo da nova coleção de discos é a transição dos anos 60 para os anos 70 representada pelo então tido como caricato Self Portrait, um dos primeiros de Dylan a serem mal recebidos pela crítica (Greil Marcus começava sua resenha na Rolling Stone perguntando “que merda é essa?”).

Another Self Portrait, que será lançado no final deste mês, reúne 35 faixas gravadas nesse período, boa parte delas versões para músicas tradicionais americanas, como “Pretty Saro”, abaixo. E o texto da caixa é escrito pelo próprio Greil Marcus:

Her, o novo filme de Spike Jonze, nos propõe um dilema contemporâneo – nossas relações com máquina programadas para nos agradar.

Lá vem a terceira temporada…
E aí, será que a série consegue se recompor?
