
Eis o clipe de “Cicatriz”, da Nação Zumbi, mais um degrau à espera do disco novo…

Thiago Pethit roga a velha maldição de Screamin’ Jay Hawkins sob o Nosferatu de Murnau visto pela Renata Chebel em show no Sesc Vila Mariana. Deixa cair…

Não é tão fácil quanto parece…
Dica da Carola.

Tudo ganha outra dimensão a partir deste ponto de vista…

Pharrell sem instrumental, cantando “Happy” a capella, não parece tão feliz assim…

Que incrível essa sátira.

Phone Lovers, a nova obra de Banksy, foi disposta no fim de semana passado quando o artista e um colega afixaram-na em um clube de boxe infantil de sua cidade-natal, em Bristol (as imagens foram registradas em vídeo e podem ser vistas no vídeo da BBC, abaixo). A obra foi retirada da parede e o dono do clube irá vendê-la para salvar seu negócio – ele acredita que tenha sido esta a intenção de Banksy ao deixar a obra ali.

Esse russo explica uma forma mais simples, rápida e prática de tirar a camiseta. Parece bobagem, mas quando você começa a mexer nessas pequenas frações do seu tempo, seu dia rende mais 😉

E mesmo antes de lançar oficialmente “West Coast” no início da semana, Lana Del Rey deu uma palhinha a capella da música em seu primeiro show de 2014, que aconteceu sexta passada em Las Vegas. Duas meninas registraram trechos via Instagram:

Jason Barnes perdeu parte de seu braço direito num acidente de trabalho e achou que nunca mais pudesse voltar a tocar bateria. Mas a força de vontade lhe fez grudar uma baqueta ao que havia sobrado do membro e aos poucos ele retornou à prática, com um novo professor, Eric Sanders. Ele já havia visto experiências do professor Gil Weinberg do Georgia Institute of Technology com percussão e robótica, que havia criado robôs-bateristas, e resolveu entrar em contato com ele para ver se havia a possibilidade de se trabalhar com uma prótese robótica que pudesse devolver as habilidades musicais de Barnes. Weinberg gostou da idéia e foi além – construindo um braço movido por impulsos elétricos enviados pelo bíceps do baterista que permitem que ele toque mais rápido e mais precisamente do que um baterista humano. Saca só:
A íntegra do vídeo acima – que conta com falas de Barnes e Weinberg, além de toda a primeira apresentação ao vivo do baterista-ciborgue segue abaixo: