

Que tal aplicarmos o jeito Marvel de vender cinema à franquia mais popular da história de Hollywood:
A inspiração, caso você não tenha ligado o nome à pessoa, veio daqui:
E algo me diz que esse Guardiões das Galáxias pode ser uma mina de ouro pronta para transformar Chris Pratt em um herói para uma geração inteira de pré-adolescentes, os primeiros nascidos neste século. E justo com os heróis menos prováveis de todo o elenco da Marvel…

A mordida que o jogador uruguaio Suárez deu no italiano Chiellini já é um dos marcos desta Copa do Mundo, mas o Globo Esporte manchetou a reação do presidente uruguaio Mujica sobre a mordida dando a entender que ele concordava com o comportamento animalesco do jogador. Mas a entrevista em vídeo que o Estadão fez com o melhor presidente do mundo hoje mostra que não é bem assim – e que Mujica não concorda com o uso de gravações para determinar punições que deveriam ser dadas em campo, o que é uma oooutra história.
Agradeço ao Flavio, que deu a dica do vídeo via Facebook.

Nada surpreendente em termos de números neste mapa de check-ins feitos por estrangeiros durante a Copa do Mundo no Brasil feito pelo próprio Facebook – mas visualizar os dados movendo-se pelo mapa dá uma outra dimensão a esta movimentação.
Pegaram o clipe de “Dancing in the Streets”, do Bowie com o Jagger, tiraram o som e ficou assim…
Dica da Janara.

Já que o Daft Punk não toca “Get Lucky” para o grande público (apenas em eventos da indústria), cabe a Nile Rodgers levar essa tarefa adiante. O guitarrista do Chic foi chamado para tocar com a dupla francesa em seu último disco devido à sua importância na ascensão da disco music – e foi natural que ele levasse o hit para quem ele emprestou sua maestria do groove para seus próprios shows, como este em Montereau Fault-Yonne, na França.
O Julian Casablanca tem feito o mesmo e tocou “Instant Crush”, sua colaboração com os robôs, no show que deu no Governors Ball Music Festival, em Nova York, no início do mês.

O clima de Copa contagiou o Brasil e a Vila Madalena, aqui em São Paulo, virou uma enorme micareta verde-amarela, como mostra esse vídeo feito pela Época, em pleno zero a zero de ontem:
Imagina se o Brasil tivesse ganhado…

Não tinha visto esse vídeo que filmaram em Moema, aqui em São Paulo, durante o Brasil x Croácia, registrando apenas o barulho da torcida em seus apartamentos:

O Yanescudo deu um trato no tal “We Are Brazil” dando voz aos verdadeiros protagonistas desta nação. Já nasceu clássico.

Elliot Smith, que morreu há onze anos, é o assunto do documentário Heaven Adores You, financiado via crowdfunding pelo Kickstarter e dirigido pelo norte-americano Nickolas Rossi, que passou pelas três cidades em que Smith viveu (Portland, Los Angeles e Nova York) coletando depoimentos e recriando sua trajetória. O filme aos poucos deixa a fase de festivais e chega ao grande público. Abaixo segue o trecho inicial do filme, quando o compositor, um dos mais influentes para toda uma geração indie norte-americana, fala em uma entrevista a uma emissora holandesa sobre tocar na cerimônia do Oscar de 1998, quando sua “Miss Misery” foi indicada ao prêmio de melhor canção do ano devido ao filme Gênio Indomável: “Eu sou a pessoa errada para ser verdadeiramente grande e famoso”, diz, sem jeito, “foi divertido por um dia, mas eu não sei se seria divertido viver naquele mundo.”
A banda de Alex Turner confirma mais uma vinda ao Brasil no final deste ano, dia 14 de novembro na Arena Anhembi em São Paulo e no dia seguinte no HSBC Arena, no Rio. É a terceira vez que os Arctic Monkeys vêm ao Brasil, a primeira vez com o show completo e não como atração de um festival, como aconteceu no falecido Tim Festival em 2007 e no Lollapalooza de 2012. Vi estes dois shows e no último deles já era possível notar a evolução da banda rumo ao colosso rock que se tornou atualmente.
Filmei o show na época:
Vi no Lucio.

