
A relação entre Taylor Swift e as irmãs Haim foi selada para além de fotos no Instagram quando a ex-ícone teen country anunciou que o trio sensação irá abrir datas da turnê de seu último álbum, 1989.
The girls and I got to talking and I'm overjoyed to announce that @haimtheband will be joining The 1989 World Tour!! TOURING W/ SQUAD YESSSS
— Taylor Swift (@taylorswift13) February 1, 2015
Ela também anunciou que estaria celebrando a notícia dançando o hit “Forever”:
Check here for dates http://t.co/Wl4LPRvwh9
Meanwhile I'll be doing a celebratory friendship dance to 'Forever'. pic.twitter.com/hlfy0lsMOB
— Taylor Swift (@taylorswift13) February 1, 2015
Esse aqui:
Tomara que Taylor não estrague as meninas de vez.

Muito antes de Lorde ser a única referência que tínhamos da Nova Zelândia (e bem depois do Peter Jackson e do Jeca Paládio da TV Colosso, é verdade), a dupla Flight of the Conchords era o que sabíamos que acontecia na Nova Zelândia na primeira década do século. E agora “a quarta dupla de comédia a capella folk rap funk digibongo com violões” de seu país pode voltar a se reunir, segundo uma de suas metades Jemaine Clement. O humorista contou à Billboard que está planejando uma turnê pelos EUA com seu parceiro Bret McKenzie, em que planejam tocar músicas novas. Se você não conhece a dupla, vale ir atrás do trabalho deles (especialmente os vídeos ao vivo no YouTube, como o de “Bowie’s in Space”, abaixo, mais do que assistir à série da HBO).

O Ramon havia comentado sobre o Project Almanac, uma versão adolescente do cabeçudo Primer, em que um grupo de moleques inventa a viagem do tempo e começam a reviver todos os dias… até que algo dá errado. Achei legal reforçar a dica, dá uma sacada no trailer:

Ei, nossa querida Courtneyzinha anunciou que seu primeiro álbum sai em março e chama-se Sometimes I Sit and Think, and Sometimes I Just Sit. Eis a capa:

Pra começar a falar do disco, ela já nos saca essa deliciosa “Pedestrian At Best”, que filtra o melhor do que chamávamos de rock alternativo nos anos 90, no melhor sentido.

“Ain’t No Mountain High Enough” é daqueles momentos em que a música pop desafia a racionalidade e alcança o sublime. O animador Jack Stratton realça uma das armas secretas do hit de Marvin Gaye e Tammi Terrell, o sutil e versátil baixo de James Jamerson, uma verdadeira montanha russa de emoções, que conduz toda a tensão apoteótica da canção:

Já sabemos que o irmão do vocalista do Arcade Fire está às vésperas de lançar seu primeiro disco solo. A novidade é que ele gravou o primeiro clipe do disco que será lançado em março, com a irresistível “Anna”, que vem até com coreografia pronta:

Tudo indica que quase quarenta anos depois da profecia de Peter Tosh, o país mais associado ao consumo de maconha irá legalizar a ganja em seu território. Diz o Guardian:
“Debate could start this month in the country where the drug, known popularly as “ganja”, has long been culturally entrenched but illegal.
The bill would establish a cannabis licensing authority to deal with the regulations needed to cultivate, sell and distribute the herb for medical, scientific and therapeutic purposes. “We need to position ourselves to take advantage of the significant economic opportunities offered by this emerging industry,” he said.
It would make possession of 2 ounces (56g) or less an offence that would not result in a criminal record. Cultivation of five or fewer plants on any premises would be permitted. Rastafarians, who use marijuana as a sacrament, could also legally use it for religious purposes for the first time in Jamaica, where the spiritual movement was founded in the 1930s.
E lá vão quase 40 anos que Peter Tosh cantava:

Parei de me interessar pelos Foo Fighters entre o segundo e o terceiro disco deles. Não é que sejam uma banda ruim, só acho que se tornaram uma versão açucarada (demais) do power pop promissor de seus dois primeiros discos, caindo em uma lacuna entre o rock de arena e o emo que inevitavelmente carregariam milhões de pessoas dispostas a berrar seus refrões. Mas não tenho como não achar inspiradora a figura de David Grohl, didaticamente ensinando aos seus fãs o prazer de se ouvir rock. O triste dessa história é o cara ter que explicar isso, mas dá pra entender perfeitamente sua cruzada pessoal nesses tempos coxinha que vivemos. E ela inclui o bom e velho minisset de covers no meio do show – e no show do Rio na semana passada eles tocaram sua versão xerox (solos idênticos e tudo) para “Tom Sawyer”, do Rush, aquela banda que eternamente será o antônimo de cool:
É muita moral tocar Rush em qualquer época, dizaê.

E você, que mora em Sâo Paulo, já está se preparando para enfrentar a seca de 2015? Ou o plano B é mudar de cidade? Considere uma das opções pois a crise é fato, como dá pra ver por essa entrevista da ambientalista Marussia Whately, do projeto Água São Paulo e do Instituto Socioambiental (ISA). Destaco um trecho:
“O plano de contingência é a principal reivindicação da Aliança pela Água. Em final de outubro do ano passado, fizemos um processo rápido de escuta de mais ou menos 280 especialistas de diferentes áreas. E o plano de contingência apareceu como uma das principais reivindicações desses especialistas.
Naquela ocasião, a idéia predominante era que se adotasse um plano de contingência que permitisse que chegássemos a abril deste ano com um nível de reservação de água nas represas, que desse para aguentar o período da estiagem. Infelizmente, esse plano não foi elaborado e muito menos realizado.
O que aconteceu na prática foi uma negação da crise hídrica por parte do governo do Estado até dezembro de 2014 —uma negação que vai levar para outras instâncias de responsabilização.
O governador terminou o ano dizendo que não teríamos racionamento e que não haveria falta d’água. E começou 2015 dizendo que existe o racionamento e que pode ser que falte água.
Se fosse um novo governador, a gente até poderia aceitar, mas se trata do mesmo cara. Então tem uma questão aí: a forma como a crise foi conduzida nos fez perder muito tempo em termos de ações para chegar a um nível seguro em abril.
Realmente, existe um componente de clima na crise que não dá para negar. Já está confirmado que 2014 foi o ano mais quente da história. O que já seria um quadro de extrema gravidade, entretanto, tem sido agravado porque desde 2011 a Sabesp está super-explorando as represas. Ou seja, tirando delas mais água do que entra.
O governo do Estado deveria ter assumido a liderança em relação à crise da água em São Paulo. No caso do sistema Cantareira, essa liderança deveria ser dividida com o governo federal, por intermédio da Agência Nacional de Águas e do Ministério do Meio Ambiente, a quem compete organizar a Política Nacional de Recursos Hídricos. O problema é que muitos dos nossos instrumentos de gestão vem sendo desmantelados em escala federal, estadual e municipal.
Vale a pena ler tudo antes de entrar em pânico ou desmerecer a crise como “alarmismo”. O texto foi escrito antes do racionamento ser cogitado pelo governo do estado e a foto, da Mídia Ninja, que ilustra o post também ilustra o artigo original.

Marcelo Jeneci toca acordeão nessa marchinha feita por seus amigos sobre a grande seca paulistana de 2015.