O prodígio Nicolas Jaar lançou um EP no início de maio – o primeiro que lança com seu próprio nome desde 2011 – e acaba de lançar mais um, uma espécie de continuação do anterior, que chamava-se Nymphs II. O novo, chamado Nymphs III e também lançado por sua gravadora Other People, conta com duas faixas, “Swim” e “Mistress”, que podem ser ouvidas abaixo.
Pelo jeito é só o começo de mais uma do jovem Jaar.
E esse remix que o norueguês Lindstrøm fez pra “I Can’t Lose” do Mark Ronson, deixando a música bem mais expansiva? Segura!
O encontro entre duas das principais bandas da nova psicodelia brasileira encerrou com uma versão arrebatadora para “Saídas e Bandeiras No. 2”, de Milton Nascimento e Lô Borges no mítico Clube da Esquina. Mais um aceno para a influência do Clube, que paira cada vez mais forte sobre a produção musical desta década.
Dá pra ver o show inteiro aí embaixo (depois eu escrevo melhor sobre ele, que ainda teve três inéditas do Boogarins: “Falsa Folha de Rosto”, “6000 Dias” e uma ainda sem título, que eu chamei de “De uma Vez”), mas é que essa versão dessa música do Lô…
E no mesmo Glastonbury que Pharrell apresentou sua música nova “Freedom”, Mark Ronson trouxe seu hit “Uptown Funk” em uma versão deluxe, com direito a convidados de peso: primeiro com o DJ Grandmaster Flash, depois com a diva Mary J. Blidge e, finalmente, com o papa do g-funk George Clinton.
Sensacional.
Todo mundo já deveria conhecer e reconhecer a maestria do designer Saul Bass para apresentar filmes clássicos – mas o pessoal do Art of Title fez essa sequência para que mais uma vez possamos nos deslumbrar com algumas das mais incríveis aberturas da história do cinema.
Essa série de vídeos do canal Cut mostra a evolução da beleza feminina no século 20 a partir apenas da mudança de penteados e maquiagem em países como Estados Unidos, México, Índia, Coréia, Rússia, nas Filipinas e Irã.
Tomara que eles façam mais.
Cara… Não faça isso.
Bem boa essa música nova do Pharrell: ele apresentou “Freedom” pela primeira vez no festival de Glastonbury, na Inglaterra.
Enquanto a era do CD vintage não chega – ou se você tiver pilhas de CD-Rs que não funcionam mais -, eis que seus velhos discos prateados podem se tornar munição pra essa arma.
A falta do que fazer da vez fez um sujeito reunir todos os seis Guerra nas Estrelas na mesma edição de vídeo, superpostos em camadas simultâneas. Aparentemente, o resultado é uma cacofonia de imagens embaralhadas e ruídos e vozes familiares, mas que aos poucos se revela uma enorme teste audiovisual de Rorschach, permitindo que você ouça e veja o que quiser dentro da mitologia que crescemos acompanhando.









