A revista Wired explica a importância do feito da New Horizons, que está nos aproximando do ex-último planeta do sistema solar, Plutão, ao entrevistar os caras que colocaram o coisa mais rápida já construída pelo ser humano emd direção aos limites do sistema solar, há nove anos.
Uma versão de uma das músicas mais clássicas da primeira fase do Radiohead aparece em uma versão de 1989, tocada pela banda que Thom Yorke tinha antes de montar seu grupo atual, chamada Headless Chicken. As guitarras indie dance têm um eco shoegazer e a música está no dobro da velocidade com que foi consagrada, a partir da gravação do disco The Bends, mas vale ouvir nem só pela curiosidade, mas também como prova de que é uma boa canção.
E uma das características da atual turnê de lançamento do ótimo disco que Taylor Swift lançou no ano passado é a presença de convidados em alguns shows (o show que vi teve Ed Sheeran, bleh). Sexta passada foi a vez da menina chamar ninguém menos que Abel Tesfaye, o produtor e MC conhecido como The Weeknd, pra dividir os vocais com o autor de um dos hits desse verão no hemisfério norte, a irresistível “Can’t Feel My Face“.
Não foi a única atração do mesmo show, quando ela reuniu Lena Dunham, Hailee Steinfeld, Lily Aldridge e Gigi Hadid para recriar os personagens do clipe de “Bad Blood” no palco:
Não achei vídeo disso, se alguém achar por aí, manda aê nos comentários.
O que acontece quando você mistura o áudio do novo Mad Max com imagens do clássico da comédia Deu a Louca no Mundo? Se você for um ás da edição como este Ezequiel López a resposta é fácil: mashup magic!
A abertura do clássico seriado com Will Smith feita via Grand Theft Auto me faz volta àquela velha discussão entre cinema e videogame mais uma vez, lá no meu blog no UOL.
Outra colaboração entre o Bo$$ in Drama e a Karol Conká mostra que a dupla ainda vai dar muito trabalho na pista. Depois de “Toda Doida“, “Lista VIP” nos apresenta ao Péricles deixando toda sua alma Chromeo brilhar (mesmo que essa gaitinha no refrão negue os anos 80) enquanto prepara o palco pra Karol chegar ainda mais marrenta. Aumenta o som!
Ao contrário do que se esperava, não é dessa vez que Sam Weir, Neal Schweiber e Bill Haverchuck se reencontrarão depois dos tempos do segundo grau. O diretor John Francis Daley, que interpretava Sam Weir, um dos protagonista no seriado cult Freaks & Geeks estava planejando incluir seus dois comparsas de série Samm Levine e Martin Starr (que hoje estrela a série Silicon Valley) em uma cena de seu mais novo filme, o remake para Férias Frustradas que estreia este mês nos EUA, mas não rolou. Em coletiva na Comic Con deste ano, ele e o parceiro de cinema Jonathan M. Goldstein até conseguiram reunir Samm e Martin, mas a cena utilizada (que aconteceu durante o festival Burning Man, há trechos no trailer abaixo) ficou de fora do filme – e deve entrar apenas no DVD. Mas isso não quer dizer que Daley irá desistir da reunião – e brincou com essa possibilidade disso acontecer no próximo reboot de um personagem da Marvel, quando ele e Goldstein assinarão o roteiro do próximo Homem-Aranha.
A foto acima saiu da reunião do elenco do seriado original, que a Vanity Fair realizou em 2012.
Depois de fazer documentários sobre a nutrição no McDonald’s (Super Size Me), a procura de Osama Bin Laden (Where in the World Is Osama Bin Laden?), o product placement e a publicidade no cinema (The Greatest Movie Ever Sold) e a boy band One Direction (One Direction: This Is Us), Morgan Spurlock pega uma grana da Haagen-Dazs americana para filmar a atual onda da volta à mão na massa, acompanhando cinco artesãos que dedicam-se ao trabalho manual e a produtos feitos sob encomenda. Eis o trailer de Crafted, que já pode ser visto via Amazon:
O grupo de Barcelona Delorean antecipa o próximo disco com o single “Crystal”, cujo clipe atira sua dance music tranquila no universo da psicodelia digital dos anos 90, com texturas pixeladas, cores berrantes e modelagem 3D sem perder o pulso com a vibe da canção.
Não importa se num palco iluminado ou num buraco num fim de mundo: o corpo humano é a medida definitiva da música e ele é quem estabelece os parâmetros básicos desta linguagem independente de gênero, nacionalidade, profissionalização ou popularidade.
O levantamento acima foi feito pela revista Quartz.









