Na turnê de divulgação de seu atual filme (Mr. Holmes, que conta a história de um veterano Sherlock Holmes saindo da aposentadoria), Sir Ian McKellen encontrou uma forma de aumentar a audiência para si emprestando seu garbo e dicção para recriar hits do momento como “Bad Blood” da Taylor Swift e “Uptown Funk” do Bruno Mars.
A onda de documentários que nos faz rever histórias recentes começa a olhar para um passado um pouco mais distante e o filme Jag är Ingrid – traduzido para o inglês como Ingrid Bergman: In Her Own Words – conta a história da atriz Ingrid Bergman para além do monumento de beleza que ela era, trazendo imagens feitas em sua rotina e muitas registradas por ela mesma, além de usar fotos, trechos de diários e bilhetes que recriam a vida íntima de uma das musas do cinema norte-americano. O filme estreou no festival de Cannes deste ano em maio e deve entrar em circuito sueco no final de agosto. Segue o trailer (em sueco):
Bruce Campbell volta a reviver o clássico sobrevivente Ash, protagonista dos filmes que lançaram a carreira de Sam Raimi, a trilogia iniciada no clássico do horror A Morte do Demônio. Ash x Evil Dead é uma série criada por Raimi para o canal Starz e a primeira temporada terá dez capítulos, começando a partir do dia das bruxas, dia 31 de outubro. E se o clima gore lançado pelo filme original hoje é rotina na televisão, pelo visto a aposta da nova série é no humor infame e explícito, característica das duas continuações de Evil Dead, como vemos no trailer abaixo.
Porque alguma coisa boa tinha de sair do trailer desse novo filme do Super-Homem…
O Arcade Fire anunciou para setembro o lançamento de seu primeiro longa metragem, The Reflektor Tapes, que, segundo a banda, terá lançamento mundial no dia 24. O filme, dirigido por Kahlil Joseph (que já trabalhou com Kendrick Lamar e Flying Lotus), dá uma geral na turnê do quarto disco da banda, Reflektor, que ocupou a agenda dos canadenses no último ano e meio, mas também tem pretensões cinematográficas e artísticas que vão além do velho clichê de “filme de turnê”. O site www.TheReflektorTapes.com trará mais informações sobre o lançamento, inclusive datas de exibição em todos os países em que o filme será mostrado, mas por enquanto traz apenas o trailer e um clipe da excelente “Porno”, ambos abaixo:
Se a versão de William Shatner para “Common People” do Pulp já era inacreditável, espera só você ver esse vídeo feito por um fã…
Parece só um esquete de humor do Porta dos Fundos, mas fala bastante sobre o conceito de ética do brasileiro.
Mais uma faixa do disco novo de Nicolas Godin, o primeiro do Air a sair em carreira solo, que desta vez chamou o conterrâneo Thomas Mars, do Phoenix, mais uma vez reassumindo o psedônimo de Gordon Tracks, com o qual gravou o hit “Playground Love”, da dupla francesa. O clima etéreo e relax passeia macio sobre a base em câmera lenta e por mais estranho que pareçam ser vocais alemães sobre uma canção assim, o vocal de Mars deixa tudo numa ótima.
Vamos aguardar o disco inteiro, que só sai no fim do ano.
A contemplação dos movimentos provocados pela metereologia é um passatempo que prezo em conservar ao divagar pelo tempo apenas olhando para o céu – atividade compartilhada por milhões de admiradores do clima, como é o caso do fotógrafo norte-americano Nicolaus Wegner, autor desse incrível timelapse.
Se a perspectiva de um filme do Super-Homem feito por Zack Snyder ainda parece indigesta mesmo ele já tendo provado que não sabe direito lidar com filmes de super-heróis (muita estética vazia, pouco tutano – parecem os quadrinhos da Image nos anos 90), você nem queira cogitar o que poderia ser o filme do alienígena mais famoso da cultura pop caso caísse nas mãos de Tim Burton. Mesmo que muita gente leve em consideração os dois filmes do Batman dirigidos pelo criador de Eduardo Mãos-de-Tesoura (eu os considero pavorosos e frustrantes, em diferentes níveis), Burton poderia descer ainda mais profundamente caso pusesse as mãos num filme sobre o krytponiano.
Esse é o tema do documentário que Jon Schnepp decidiu lançar online, abrindo um filão para filmes sobre filmes – e outras obras de arte – que não saíram do papel. O filme de Burton chegou a estágios que chegaram até a testar um bisonho uniforme prateado num cabeludo Nicolas Cage, num filme que até contou com Kevin Smith entre os roteirista. A premissa de Burton era estranhíssima e além de jogar fora toda a mitologia do super-herói para recriar outra (que incluía até mesmo espécies da fauna de Krypton na Terra, pqp) mantendo “a essência do personagem”, seja lá o que isso quisesse dizer para o diretor. Superman Lives, que estava programado para estrear em 1998, contaria a história da morte do super-herói, sua reencarnação no ventre de Lois Lane e seu crescimento ultrarrápido em três semanas para se tornar o herói que conhecíamos antes de sua morte, mais uma vez. Um WTF tão gigantesco que torna-se tímido quando vemos as imagens que o documentarista desenterrou com Cage vestido como o icônico personagem americano, que colocou em seu trailer.
O filme The Death of “Superman Lives”: What Happened? já está à venda pelo site do diretor, em várias versões com muitos extras









