Fury Road recebe o já clássico tratamento retrô digital do pessoal do Cineflx, saca só:
Não é sempre que um fim de semana tem dois shows do Spoon em São Paulo – sendo um deles num clube na rua Augusta. Cortesia do festival do Lúcio, que trouxe uma das melhores bandas americanas na ativa para dois shows distintos: um num festival de médio porte (comemorado no microfone pelo Britt Daniel: “Estamos num festival e num local fechado!”) abrindo para uma banda que era o centro das atenções (o Belle & Sebastian) e outro num show pequeno, com algumas centenas de pessoas que foram apenas para vê-los em ação – o que naturalmente tornou este melhor. Filmei os dois pra quem quiser uma boa trilha sonora para começar bem a semana.
Depois eu falo mais sobre o Popload Festival como um todo.
Não sou muito chegado no Chairlift, mas essa “Ch-Ching”, da dupla nova-iorquina formada por Caroline Polachek e Patrick Wimberly, é daqueles hits que ganham pela cintura. E é a apresentação que os dois fazem de seu próximo disco, Moth, que será lançado no início do ano que vem.
Não tinha visto esse simpático clipe pra “Afterhours” do Velvet Underground que ganhou um concurso organizado pelo site australiano Genero.tv no início desse ano.
Fading Frontier, já disponível nas plataformas de streaming, não é apenas o disco mais pop do Deerhunter, mas também seu melhor disco e forte concorrente a um dos melhores títulos desse 2015 incrível. A “fronteira que se dissipa” do título, no entanto, garante que o grupo não abandonou suas raízes experimentais e os incômodos ruídos que sempre caracterizaram seu som. Só que dessa vez eles vêm à sombra, na encolha, esperando o momento certo para atacar o ouvinte sem necessariamente interromper o andamento pop. Para comemorar o lançamento do disco, o grupo lançou essa semana o terceiro clipe de Fading Frontier – justamente a sossegada faixa “Living my Life”, que traz a frase que batiza o disco.
Não custa lembrar, pra facilitar, os outros dois clipes que o grupo publicou anteriormente, para preparar terreno para as novidades: a deliciosa “Breaker”, que abre com a incrível frase “Christ or credit?”:
E a minha favorita pessoal das últimas semanas, a sinuosa “Snakeskin”.
Discaço, vai atrás.
Estive com a cantora nessa sexta-feira, mediando perguntas feitas por fãs no Bate-Papo do UOL – e ela ainda tocou músicas, acompanhada do trompetista Guizado e do tecladista André Lima.
O National já havia dito que estava em processo de composição em massa para depois fazer uma peneira e tirar algumas canções para seu novo disco, agendado para o ano que vem, e nessa sexta eles oficializaram a primeira inédita em um show beneficente em Los Angeles. A música chama-se “Roman Candle” e segue um tom mais pesaroso que o do disco mais recente da banda, Trouble Will Find Me, de 2013.
Neil Young está vivendo um grande 2015 – e parte disso vem da festejada turnê ao lado da banda Promise of the Real, com quem o velho canadense gravou o disco The Monsanto Years, contra a gigante multinacional pesticida. A dinâmica ao lado da nova banda pelo visto o fez recuperar o gosto por canções que não tocava ao vivo há décadas e no show no Inglewood Forum em Los Angeles, na quarta passada, desenterrou clássicos de diversas fases de sua carreira, como “Burned” da época do Buffalo Springfield, “Mansion on the Hill” (do disco Ragged Glory) e três outras que felizmente foram registradas por heróis com uma câmera. “Words (Between the Lines of Age)”, do disco Harvest…
…”L.A.”, que não tocava ao vivo desde 1973, naquele mesmo local…
…e como se não bastasse um setlist que ainda teve “Helpless”, “Old Man”, “Mother Earth”, “My My Hey Hey”, “Out of the Weekend”, “Cowgirl in the Sand”, “Everybody Knows This is Nowhere”, “Love and Only Love”, “Human Highway” e “From Hank to Hendrix”, o cara ainda volta pro bis tocando “Vampire Blues” pela primeira vez desde 1974.
O programa Panelaço, que o João Gordo está fazendo no YouTube, tem melhorado a cada nova edição – e a mais recente teve a presença do Criolo que, como já havia acontecido no papo com o Mano Brown, fez o Gordo voltar no tempo e falar de infância e coisas simples da vida. Aliás, essa é uma das principais características do programa – além de ensinar pra muita gente que dá pra comer bem sem precisar comer carne, talvez um dos atos mais revolucionários do velho punk.
Mas que esse gaspacho ficou espesso ficou.
Essa é a capa de Zonzo, o disco novo de Fabio Góes, que será lançado nesta sexta-feira e que eu já havia comentado por aqui. Mais uma inédita, essa exclusiva para o Trabalho Sujo, traz os irmãos Tulipa e Gustavo Ruiz na faixa “Apenas Simplesmente”, que mantém o alto nível comparado com as duas que ele já havia mostrado antes.









