O grupo indie norte-americano já mostrou duas músicas de seu próximo disco, Sleep Well Beast, e tanto “The System Only Dreams in Total Darkness” quanto “Guilty Party” mostram que a banda está em seu auge de composições. A recém-lançada “Carin at the Liquor Store” segue a mesma linha e reforça a possibilidade do disco que será lançado setembro ser o melhor disco da carreira da banda, ouça:
O disco já está em pré-venda (inclusive a edição especial que ilustra este post) no site da banda.
Mais uma música nova do grupo da Filadélfia War on Drugs, “Pain” segue aumentando a expectativa para o próximo disco do grupo, A Deeper Understanding, que chega no final do mês.
O grupo já havia mostrado a canção ao vivo no fim do mês passado:
E além de “Pain”, o grupo já havia mostrado as músicas “Thinking of a Place” e “Holding On”, além de “Strangest Thing” (abaixo).
Todas ótimas.
Mais um clipe novo da nossa querida musa teen Lorde, o vídeo do segundo single de seu Melodrama, “Perfect Places”, a retira da cidade grande e a transporta para o resto do mundo.
Alguém notou uma certa semelhança entre as duas aparições do Dr. Amp na nova temporada de Twin Peaks e emparelhou as duas cenas – a primeira do quinto episódio, a segunda do décimo segundo – e o resultado é de tirar o fôlego!
Pode ser só coincidência, mas não foi a primeira vez que isso aconteceu – você viu aquela cena da caixa de vidro…
A baiana Nana, baiana que mora em Berlim, está prestes a lançar seu segundo álbum, CMG-NGM-PDE, e apresenta o primeiro single com exclusividade para o Trabalho Sujo. “Copacabana”, como o nome entrega, tem pouco da Alemanha e muito menos da Bahia, buscando uma sonoridade essencialmente carioca, que resvala na bossa nova e no sambinha indie do grupo Los Hermanos. “O clipe foi todo feito de forma muito espontânea; filmamos procurando achar o caminho que as imagens estavam apontando, ao invés de forçar uma direção. A arte, as cores, tudo foi surgindo muito naturalmente, como iam se apresentando, e eu acho que isso tem muito a ver com a música, que tem como inspiração essa desatenção dos amores digitais, o descompromisso das coisas feitas pra serem deletadas. O distanciamento entre mim e Thales (o ator Thales Cavalcanti, protagonista do vídeo) no clipe reflete um pouco disso; todo mundo acaba se sentindo meio stalker em algum ponto de um relacionamento. Não é exatamente uma crítica, mas mais uma vontade de retratar esses tempos às vezes confusos de internet.”
O vídeo, dirigido por Marccela Moreno, é o primeiro gostinho do disco que foi produzido por ela e por Habacuque Lima, mixado por Diogo Strausz e com participações de Lulina e Felipe S., do Mombojó. É o primeiro trabalho dela desde o EP Berli(m)possível, de 2015, e deve sair no meio de setembro.
Em sua participação no festival japonês Fuji Rock, o grupo Queens of the Stone Age voltou para seu primeiro clássico, o épico “Feel Good Hit of the Summer” de seu primeiro disco, depois de encaixá-lo em uma versão para “Clint Eastwood”, dos Gorillaz. Ainda bem que tinha gente da plateia filmando esse ótimo mashup.
De outro ângulo:
A banda de tecnopop curitibana Audac passou por uma drástica transformação nos últimos anos. A vocalista e compositora Alyssa Aquino desfez a formação original do quarteto e a retomou em outro formato, em dupla com o músico e produtor Matheus Reinert, seu atual parceiro de composições e de vida. Mas a mudança é ainda mais radical no som: a veia eletrônica persiste, mas sem a pegada rock que atravessava a maioria das canções. A nova formação cai para a introspecção e a produção é mais recatada, quase caseira – além das agora serem em português. O primeiro single desta nova fase é a deliciosa faixa “Hollanda”:
“A ‘Hollanda’ é uma música que é para a minha vó, Dona Hollanda”, me explica Alyssa. “Quando ela faleceu eu escrevi a canção para ela – e clipe são imagens da minha família, que meu pai fez em super 8 quando visitou Curitiba entre os anos 70 e 80. E eu editei quarenta anos depois.” A sonoridade do single é prima do chillwave, com aquela vibe de dance music feita no quarto, embora os dois não gravem em casa. “A gente compõe junto, mas não tem uma fórmula. Cada um vem com uma ideia e a gente vai mexendo, vai gravando em casa, aos poucos e assim vão surgindo as músicas. Temos uma plaquinha de som, um microfone, guitarra, baixo, mas tudo é bem na fuleiragem mesmo, só pra gravar as ideias”.
“Hollanda”, o primeiro single da nova fase, foi gravada ao lado dos músicos BRZLN AIR e o Yan Lemos e levou mais tempo que eles queriam para chegar ao formato final. “Essa música foi bem demorada, a gente nunca gravava porque nunca estava do jeito que a gente queria. Até que o Matheus, por causa das discotecagens que ele faz, teve essa ideia pro baixo, meio groove e pediu pro Yan fazer. A gente gravou e ficou bem feliz com o resultado. E grande parte da sonoridade também vem da produção do Ramon Fassina e Stefanos Pinkuss que entenderam muito o som. Melhor do a gente mesmo”, ri a vocalista.
Mas as referências são pouco contemporâneas. “A gente ouve Tom Jobim, Carpenters, Marcos Valle, Cassiano, muita trilha sonora: Piero Piccioni, Ennio Morricone… Radiohead… Essa pergunta sempre é dificil”, ela ri de novo. De bandas novas ela cita apenas o Boogarins, mais especificamente o disco mais recente do grupo goiano, Lá Vem a Morte.
A dupla, no entanto, ainda não tem formato definido para shows. “A gente quer terminar de gravar as músicas novas pra voltar a fazer show em breve. A gente quer ter dois formatos: banda e dupla, para poder tocar mais. As vezes não dá pra bancar as viagens em quatro, cinco pessoas”, explica. Mas eles não têm pressa. Melhor assim.
O galego demorou para lançar seu novo disco, mas talvez com bom motivo, porque este Ottomatopeia, que talvez seja o melhor disco de sua carreira, saca só:
E mesmo que o disco fosse horrível, valeria ao menos pra assistir ao Otto calar a boca do Augusto Nunes.
O rockstar cearense Jonnata Doll encerra a programação do Centro do Rock no Centro Cultural São Paulo lançando a versão em vinil de seu disco de estreia ao lado dos Garotos Solventes neste domingo, às 18h (mais informações aqui). Ele também acaba de lançar clipe novo, da música “Swing de Fogo”:
E as irmãs Haim passaram pela Austrália divulgando seu novo disco e, ao passarem pelo programa de rádio Triple J, foram provocadas a forjar uma versão para uma música conhecida dentro do já tradicional quadro Like a Version. O resultado é essa ótima versão para “That Don’t Impress Me Much”, da diva do country pop Shania Twain, ícone das três irmãs.
E você lembra da versão original?










