
Os Pelados continuam aos poucos esquentando o terreno para seu próximo álbum. A segunda parte do curta que revelaram na semana passada agora mostra a banda entrando literalmente em uma outra dimensão, enquanto o fim deste trecho anuncia novo single pra próxima terça, dia 5, batizado de “Estranho Efeito”. Seguimos à espera…
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O primeiro trailer da continuação do documentário de mentira Spinal Tap anuncia também a data de lançamento do filme lá fora: 12 de setembro, ainda sem previsão de estreia por aqui. O novo longa desta vez reúne Christopher Guest, Michael McKean e Harry Shearer repetindo seus respectivos papéis como Nigel Tufnel, David St Hubbins e Derek Smalls, como a banda ultrajante que batiza o filme, mais uma vez acompanhados pelo diretor Marty DiBergi, vivido por Rob Reiner, para mostrar como será seu show de retorno, quarenta anos depois do primeiro documentário, que ainda conta com as participações de vários artistas, entre eles Elton John, Questlove e Paul McCartney que aparecem no primeiro trailer.
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Quinta passada Jeff Tweedy deixou seu salve pro Ozzy Osbourne ao mostrar uma versão solene, acústica e precisa de “War Pigs”, dos maiores clássicos do Black Sabbath, ao apresentar-se sozinho com seu violão na cidade de South Deerfield, no interior dos EUA. Assista abaixo: Continue

Ao passar pelo estúdio da rádio australiana Triple J., a sensação indie Soccer Mommy – nome de trabalho da norte-americana – Sophia Allison aproveitou a deixa para celebrar seus ídolos do Pavement, gravando uma ótima versão para o clássico “Gold Soundz” – dica do @boom1945 -, assista abaixo: Continue

Não é a volta do Fleetwood Mac, mas acho que não é só uma reedição. Stevie Nicks e Lindsey Buckingham trocaram trechos da letra de “Frozen Love” em suas contas nas redes sociais atiçando os fãs do Fleetwood Mac, banda que ajudaram a reerguer durante os anos 70, sobre o que o ex-casal estaria aprontando. E revelaram esta semana que estão finalmente reeditando o disco que lançaram como casal, em 1973, anos antes de entrar na banda de Mick Fleetwood. Batizado apenas com seus sobrenomes, o disco Buckingham Nicks teve uma vida breve justamente porque Mick viu o casal e achou que poderia ser uma boa alternativa para recuperar sua banda, o Fleetwood Mac, que andava em baixa no início daquela década. A entrada dos dois na banda mexeu completamente com a estrutura do grupo, transformando-o na entidade clássica que hoje conhecemos, e o grupo absorveu parte do repertório do então casal – músicas como “Rhiannon”, “Blue Letter”, “Monday Morning”, “I Don’t Want to Know” e “Sorcerer”, por exemplo, vinham do disco e da única turnê feita pelo casal e logo tornaram-se novos clássicos do Fleetwood Mac. O curioso é que Buckingham Nicks nunca mais foi reeditado, possivelmente devido ao divórcio do casal, que, após deixar o Fleetwood Mac, não queria voltar àquele passado. Claro que a internet permite que ouçamos o disco de forma não oficial (ouça abaixo), mas desde seu lançamento, há mais de meio século, o disco nunca foi relançado – ele nunca teve nem uma versão em CD! Mas isso mudou quando os dois anunciaram que irão finalmente relançar o disco no dia 19 de setembro (já em pré-venda, em vários formatos), interrompendo o mistério que fizeram com os posts da semana passada. Mas se os dois não aproveitaram a deixa para ressuscitar o Fleetwood Mac (certamente em respeito a Christine McVie, que faleceu em 2022), não dá pra descartar que os dois possam se reunir para shows que não fazem desde antes de entrar no grupo Mick Fleetwood (e incluir umas músicas do Fleetwood Mac num possível futuro repertório ao vivo). Vai saber…
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Eis “End of Summer”, primeira faixa do que pode ser o próximo disco do Tame Impala, sete minutos do que Kevin Parker descreve como “uma espécie de rave futurística e primitiva” e que, como sempre ao anúncio de cada novo álbum, abre novas possibilidades musicais para seu grupo, ampliando ainda mais a vibe dance para além dos experimentos da década passada. Desta vez parece que o foco do novo trabalho – que nem foi confirmado de fato e segue sem título, capa ou data de lançamento – paira sobre a virada dos anos 80 para os 90, naquele período difuso em que o indie dance, a acid house e a cultura rave criavam o chamado novo verão do amor, em que o ecstasy assumiu o lugar do LSD numa nova psicodelia que era tão lisérgica quanto dançante e sem rosto. É o fim do verão, mas como ele mesmo anuncia no post do Intagram “uma nova era começa…” Chega mais, Kevinho.
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Brinquei outro dia sobre a vibe do show da Schlop dizendo que a banda ligava o modo “lo-fi foda-se”, mas a verdade é que de um ano pra cá, Isabella Pontes tem deixado esse espírito em segundo plano para soar menos foda-se, embora mantenha seu pézinho no lo-fi. Isso tem a ver com o fato de ela ter tirado sua banda do quarto, onde gravou seus dois discos, e ter assumido a formação que montou para levar aquelas músicas para o palco. Acompanhei de perto essa mutação, que culminou no elenco atual que forma o grupo, com Lúcia Esteves na outra guitarra, Alexandre Lopes no baixo e Antonio Valoto na bateria. Para celebrar essa nova fase, ela decidiu regravar boa parte das músicas dos dois discos com essa nova formação em um novo álbum ainda sem nome que lança este semestre. E começa a mostrar essa nova leva de gravações ao apresentar sua já clássica versão para a “New York I Love You But You’re Bringing Me Down” do LCD Soundsystem que se transformou na paulistana. “São Paulo Te Amo Mas Tá Foda Demais”, que ela antecipa em primeira mão para o Trabalho Sujo, bem como seu clipe, que traz o mesmo Caco dos Muppets que fez sua versão há mais de uma década na internet, só que agora ambientado em São Paulo. A música foi composta depois que Bella voltou a morar em São Paulo, voltando de temporadas que passou em cidades diferentes como Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, Piracicaba e Campinas, no interior de São Paulo. E além das músicas já conhecidas, o disco, ainda sem título nem data de lançamento, trará os primeiros registros oficiais para pérolas como “Marquinho Van Halen” e “Rima Triste”.
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O Led Zeppelin comemora o cinquentenário de seu maior álbum transformando Physical Graffiti em um disco triplo! Mas a reedição, feita pela gravadora Rhino (e já em pré-venda), programada para o dia 12 de setembro, ficou aquém do que se esperaria de uma obra tão mastodôntica, trazendo apenas quatro versões ao vivo no terceiro disco que incluíram no primeiro disco duplo da clássica banda setentista, sendo que duas delas nem são do período do disco. Live EP, que acompanha o novo Physical Graffiti, traz versões ao vivo para músicas do disco gravadas primeiro em Earl’s Court, no ano de lançamento do disco (“In My Time of Dying” e uma versão acelerada de “Trampled Under Foot”, cujo clipe foi antecipado essa semana) e depois em Knebworth, em 1979 (“Sick Again” e “Kashmir”). Além do disco ao vivo, a reedição ainda traz um pôster acompanhando o álbum triplo. Mas que fazem falta sobras de estúdios, mais versões ao vivo, fotos das gravações e um livro contando a história do disco (como a maioria das reedições costumam fazer), ah fazem…
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Brincando com um passado que não existiu, o Karnak de André Abujamra volta a mostrar coisas novas – e antigas – a partir do lançamento de Karnak Mesozóiko, disco que a hidra de dez cabeças liderada por Abu prepara-se para lançar a partir de um certa demo do grupo descoberta nos escombros de uma casa onde André teria morado em Stüttgard, na Alemanha, nos anos 80. Programado para ser lançado dia 3 de setembro, o novo disco começa a ser mostrado nessa sexta, quando eles lançam o single e o clipe de “Eu Só Nasci”, que antecipam em primeira mão para o Trabalho Sujo, que foi inspirado no genocidio em Gaza. “Sempre que acontece alguma tragédia a minha forma de oração é fazer uma música”, explica André.
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O desenho animado South Park não mediu esforços para destruir Trump no episódio que foi ao ar nessa quinta-feira nos Estados Unidos. O seriado acaba de renovar seu contrato com a Paramount garantindo exclusividade do desenho nos canais do estúdio por um bilhão e meio de dólares, na mesma semana em que a CBS – emissora que pertence à Paramount – anunciou que irá aposentar o programa Late Night, que o humorista Stephen Colbert herdou do criador David Letterman, em 2026, quando termina o contrato do apresentador. O irônico é que a conversa de bastidor nos EUA diz que o fim do programa tem mais a ver com a forma pesada que Colbert vem lidando com o governo Trump, de quem a Paramount quer proximidade. Por isso a bordoada do episódio de South Park vem pesada: além de expor de forma ainda mais caricata a estupidez (e o micropênis) de Trump – que, no desenho, manda bombardear o Canadá e confunde o Irã com o Iraque -, ainda colocou o presidente laranja, que fala com a mesma voz do insuportável Cartman, literalmente na cama com o satã e o senhor das trevas fica enfurecido por ouvir falar que o nome do presidente dos Estados Unidos apareceu na lista de Jeffrey Epstein NO MESMO DIA em que é revelado que o Departamento de Justiça dos EUA avisou a Trump que seu nome estava mencionado várias vezes na lista do traficante sexual. E a notícia é que o episódio bateu pesado no ego de Trump, deixando o clima na Casa Branca ainda mais pesado. Pega fogo, cabaré!
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