Trabalho Sujo - Home

Video

Mais um papo sobre música, desta vez com o velho compadre Boris, que puxa suas lembranças de discos, shows e canções, tanto nos tempos de sua infância, quando morava no interior da Bahia, quanto em sua ida para Salvador, quando assistiu tanto à ascensão da axé music quanto do underground soteropolitano. E falamos de shows, comprar vinil, metal e outras coisas que pintaram pelo papo.

Assista aqui. Continue

A pandemia desfez os planos de todos os artistas no mundo, mas antes mesmo de ela começar, Filipe Catto recebeu as piores notícias que poderia ter imaginado. Entrou em um período de reclusão que lhe fez repensar sua carreira e sua vida e saiu deste em lives esparramadas, completamente entregues à sua emoção, sem se preocupar se ia passar vergonha ou arrasar. Na edição desta semana da minha coluna sobre música brasileira Tudo Tanto, conversamos sobre este ano transformador e como foi lidar com o luto e tirar o melhor de si a partir dele.

Assista aqui. Continue

No Bom Saber desta semana converso com o compadre Oga Medonça e falamos sobre os trabalhos que ele tem feito durante a pandemia, mas também do impacto que esta vida quarentenada terá em nossa cultura, a partir desta mudança de hábitos que reorganizou completamente nossas rotinas.

Assista aqui. Continue

Máquinas conscientes são o gancho deste Polimatias, em que eu e Polly Sjobon nos reencontramos com nossos robôs favoritos, das leis de Isaac Asimov aos shows do Kraftwerk, passando por desenhos animados, filmes e livros clássicos e sempre nos perguntando se os robôs da ficção estão moldando nossa forma automática de viver neste século 21 da não-ficção científica.

Assista aqui. Continue

Eu e Dodô Azevedo entramos em uma discussão sobre intelectualismo, pseudo-intelectualismo e papos cabeças – e como estes rótulos acabam elitizando discussões que poderiam estar ao alcance de todos. E, no meio do caminho, você sabe, falamos dos beats, da nouvelle vague, do documentário do Chorão, do Big Brother Brasil, entre otras cositas más.

Assista aqui. Continue

Aparelho é videoarte? Começamos a explorar os limites do possível no programa, uma vez que um de nossos apresentadores, o paraense Vladimir Cunha, assume de vez a edição. E o outro apresentador, o catarinense Emerson Gasperin, segue esmerilhando nas thumbnails. Juntos, eu, Vlad e Tomate embarcamos rumo à descoberta de um infame grupo de Whatsapp bolsonarista que rivaliza com uma velha banda da Jovem Guarda, dando origem a uma futura franquia cinematográfica. E isso sem contar o monolito de nióbio!

Assista aqui. Continue

Soltando fumaça.

Assista aqui. Continue

Protagonista da primeira cena punk dos Estados Unidos, os Talking Heads foram a última banda que tocava no CBGB’s a lançar um disco e uma das primeiras a ser rotuladas como new wave. Mas ao final dos anos 70, o grupo começou a questionar seu próprio papel e entre os discos Fear of Music e Remain in Light, os dois produzidos por Brian Eno, eles colocam a música pop da época em uma sessão de terapia que mistura uma sensação de desliusão com distopias, buscando tábuas de salvação na polirritimia africana, no groove do Caribe, no rap e em uma sensação de coletividade que previu o futuro da música no início dos anos 80.

Assista e ouça aqui. Continue

Foto: Leticiah F.

“Na minha perspectiva, antes de chegar na cura tem todo esse processo horrendo de passar pela dor”, me explica por email, a curitibana Katze, que está lançando seu primeiro álbum, Fratura Exposta, nesta quinta-feira, que pode ser ouvido em primeira mão aqui no Trabalho Sujo. Em algum lugar entre o rap, o trip hop, a música eletrônica, a canção e misticismo, ela surge com um trabalho firme, direto e, por que não, terapêutico. “O disco acaba é mais esse processo do que sobre a cura em si. A cura é o objetivo, mas o caminho é longo e o passo é lento”, ri. “Esse processo abarca minha persistência, quase inevitável, em me quebrar o tempo todo e aí lidar com as in-consequências. E aí o nome do disco vem nesse sentido quase literal: ao expor o que está quebrado, reconheço o que e onde dói e acolho o que sinto. então acredito que reconhecer a dor e seja o primeiro passo pra cura.” E suas canções sussurradas sobre beats introspectivos acabam funcionando como o ambiente para curtir – e superar – a dor.

Continue

Não bastasse ter sido autora de uma das pistas de dança imaginárias mais quentes de 2020 – o soberbo What’s Your Pleasure, um dos melhores discos do ano passado -, Jessie Ware tira mais grooves suaves da manga ao anunciar a edição de luxo de seu disco mais recente (já em pré-venda aqui), abrindo seu coração pra gente na irresistível “Please”. Plis, digo eu, minha nossa senhora…

Ouça aqui. Continue