
Desta vez chamei um bamba da música brasileira para discutir nossa identidade nacional em mais uma edição do programa O Brasil é Isso. E Daniel Ganjaman volta no tempo para lembrar como a cultura independente, o hardcore e o rap se misturaram nos anos 90 plantando as sementes para as transformações culturais que são a resistência ao bolsonarismo e à extrema direita que empaca o país ao mesmo tempo em que antecipa novidades sobre seu primeiro disco solo. É quente!
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Em mais uma edição do meu programa sobre quadrinhos Esquadrinho, converso com Érico Assis, ele que começou apaixonado por HQ na infância para depois cobrir esta área em diferentes veículos e, finalmente, tornar-se um dos tradutores mais conhecidos e reconhecidos da área no Brasil.
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A partir da discussão sobre “cringe”, eu e Pablo Miyazawa resolvemos mergulhar no conflito de gerações, quando, a cada quinze ou vinte anos, um grupo etário se sobrepõe sobre outro, colocando em xeque tendências, referências, gírias e outros desdobramentos comportamentais. As mídias digitais – especialmente a internet – foram um elemento determinante nas gerações mais recentes, assunto que também discutimos no decorrer deste programa.
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Na semana mais surreal da CPI da Covid, eu, Vlad e Tomate entramos em mais um vórtex de assuntos aleatórios para cravar que o cerne deste governo Bolsonaro é o ROLEIRO, personagem que já havia sido invocado na semana passada com a aparição do Miranda USA e que apareceu encarnado em uma quinta-feira com tantas reviravoltas que a frase “chapéu de otário é marreta” parece uma definição zen dos acontecimentos. Comentamos também o silêncio de Wizard, além de detectar o momento em que o Iron virou Maiden e visitar – por algumas vezes – um trauma da infância de nosso aparelher paraense.
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Depois que Dodô vacinou-se, ele me avisou que puxaria o papo sobre a sensação que teve após começar sua imunização num DM futuro assim que eu passasse pelo mesmo processo. Por isso, depois que vacinei, conversamos sobre esta sensação de recomeço de vida que atravessou nossas cabeças em diferentes momentos – e Dodô aproveita para contar porque não vai ao protesto de sábado.
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Na centésima edição da minha coluna sobre música brasileira, chamei meu velho broder BNegão para recapitular seus dias de pandemia, que apontaram para seu primeiro disco solo de fato – reforçando que seu trabalho ao lado dos Seletores de Frequência era tão coletivo quanto no Planet Hemp e no Funk Fuckers. Prestes a lançar um disco em que repassa sua carreira e produz toda parte musical ao lado de vários convidados – que ele antecipa nesta conversa -, ele também fala de sua pesquisa sobre música brasileira moderna (reunida em uma playlist no Spotify) e a quantas anda o próximo disco do Planet Hemp, que, segundo consta, já já sai.
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Mais um programa para conversar sobre música, chamei o compadre Paulo Abrãao, que tem seus serviços prestados à psicodelia e ao improv brasileiro em projetos como a LSDiscos, os Jerssons e o Jobson Phelps (https://jobsonphelps.bandcamp.com/), para lembrarmos de shows que assistimos juntos e sua formação musical, desde a sua infância até o período da quarentena.
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Em mais uma edição do Artejornalismo, quando converso com novos nomes do jornalismo que cobre música no Brasil, converso com a querida Isadora Almeida, que depois de passar por duas gerações da MTV agora trabalha em dois podcasts distintos – o Popcast, ao lado de Lúcio Ribeiro (http://www.popload.com.br/tag/popcast/), e o Vamos Falar Sobre Música (http://vamosfalarsobremusica.com.br/). Aproveitei para voltar no tempo e repassar sua trajetória antes mesmo de vir para São Paulo.
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Em mais um mashup de programas, chamei o Pablo Miyazawa e a Polly Sjobon para transformar o Altos Massa num Polimatias e vice-versa – e neste encontro épico, por sugestão da Polly, conversamos sobre a filosofia do nosso dia-a-dia, a problematização existencial básica, os devaneios que temos sobre nós mesmos, nossa autoterapia contínua. O papo foi longe…
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A aparição dos irmãos Miranda virou a CPI do avesso e jogou o governo na fogueira de vez por todas e assim soltaram as baratas voadoras no Brasil 2021 – e eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin aproveitamos essa semana incendiária (que ainda teve a suspeição oficial do Moro, a exoneração de Ricardo Salles, a fuga de Daniel Silveira, entre outros desdobramentos) para tacar gasolina no incêndio. “This is fine”, dissemos um pro outro, assustados.
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