
Que maravilha a apresentação que a Raquel Dimantas fez neste primeiro dia de agosto no Centro da Terra, quando, acompanhada de uma bandaça formada por Guilherme Lírio, Iuri Brito, Pedro Fonte e Bruno Di Lullo, desfilou as músicas de seu disco de estreia ao vivo pela segunda vez na vida e encontrou um cantinho pra mandar um “I Shall Be Released” e essa pérola do mestre Erasmo que é “Grilos”.
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No quinto episódio da nova temporada de Westworld, somos reapresentados às regras do novo universo que viemos conhecendo nos últimos episódio, em que robôs e humanos trocam de lugar, máquinas comportam-se como deuses entediados e alguns dos protagonistas começam a pensar sobre suas próprias existências.
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E que saudade que eu tava de assistir a Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo ao vivo, principalmente após acompanhar pela internet a longa turnê que o grupo fez pelo Brasil no primeiro semestre (quase 20 cidades!). E no show que fizeram no Sesc Av. Paulista lançando seu primeiro vinil (pelo selo Amigues do Vinil) nessa sexta não apenas passearam pelos hits de seu primeiro disco, como apresentaram várias músicas novas – e ainda chamaram Lucinha Turnbull para acompanhá-los em uma das músicas. É sempre bom!
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Sil Ramalhete sempre trabalhou com produção cultural, mas mesmo antes da pandemia começou a perceber que havia algo de estranho na forma em que artistas lidavam com suas expectativas em relação à sua carreira. E depois de sair de São Paulo e mergulhar em diferentes experiências em busca de respostas, encontrou na mentoria sistêmica uma forma interessante de questionar os altos e baixos de uma carreira a partir da experiência individual de cada artista. Um papo que parece ser apenas sobre cultura, mas que pode ser apropriado por gente que trabalhe na maioria das áreas. Ela é minha entrevistada da edição desta semana do meu programa Bom Saber.
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O encontro da Bike com o guitarrista Guilherme Held, que produziu o próximo disco da banda, Arte Bruta, no Centro da Terra, convidou o público a um transe coletivo que ia da psicodelia ao krautrock, passando pelo noise e fusion, numa catarse melódica e barulhenta que atordoou a todos os presentes. Impacto fulminante!
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Nesta edição do meu programa sobre música brasileira Tudo Tanto, converso com o André Piruka, paulistano idealizador do movimento Höröyá, que esá lançando seu quarto álbum, Grigri Ba, que traz ao palco do Sesc Av. Paulista nesta quinta-feira, dia 28 de julho de 2022. No papo, converso sobre seu interesse sobre a cultura africana, como ele se aproximou especificamente da Guiné, de Burkina Faso, do Mali e do Senegal e dos dois documentários que produziu quando visitou o continente (Kun Be Hammanah – Na Guiné com Famoudou Konaté e Dununba Fö – A Conversa dos Tambores).
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E nesta terça-feira, Theo Charbel fez a disco music baixar no Centro da Terra, encerrando a temporada Choque Térmico, em que eletrônico e analógico misturavam-se no palco do teatro por quatro noites instigantes. Acompanhada de Guilherme D’Almeida e Vinicius Rodrigues, ela mostrou músicas recém-lançadas e inéditas para um público bem animado, deixando gosto de quero mais.
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Top Gun: Maverick não apenas consegue ressuscitar bem o velho hit dos anos 80, como desequilibra a balança dos filmes de ação e dos grandes sucessos comerciais de Hollywood atualmente. Não apenas por ter reinventado a franquia mas também por suas impressionantes cenas de ação, que são o avesso do que vende o cinema atual. Esse é o assunto que eu e André Graciotti destrinchamos nesta edição do Cine Ensaio.
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O show que Erasmo Carlos fez neste sábado no Sesc Pinheiros foi em cima de seu disco mais recente, O Futuro Pertence À… Jovem Guarda, em que recria hits do início de sua carreira ao lado de uma banda regida pelo tecladista José Lourenço e com Billy Brandão como guitarrista solo, Luiz Lopez na guitarra de apoio, o baixista Mario Vitor e o baterista Silvio Charles, todos dando uma roupagem mais clássica (citando Kinks aqui, Stones ali, Deep Purple acolá) a vários hinos da Jovem Guarda. E entre pérolas sessentistas como “Sentado à Beira do Caminho”, “Quero que Vá Tudo pro Inferno”, “É Proibido Fumar”, “A Carta”, “Devolva-Me”, “Esqueça”, “Gatinha Manhosa” e “Negro Gato”, o mestre ainda pinçou algumas de seu repertório posterior, como “Mulher”, “Mesmo Que Seja Eu”, “Sou Uma Criança, Não Entendo Nada”, “Minha Superstar” e uma das minhas favoritas de seu repertório, “É Preciso Dar Um Jeito, Meu Amigo”. Showzaço.
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Retomando as atividades do meu programa sobre quadrinhos, desta vez conversa com a ótima Aline Zouvi, que apesar de rascunhar quadrinhos desde criança, só começou a produzir HQ a partir de seu trabalho na academia, quando estudava literatura na universidade. Começou a fazer seus fanzines e a aprender como aprimorar sua obra e torná-la conhecida no meio e no papo inevitavelmente falamos sobre isso – além de antecipar sua primeira grande narrativa, que ela ainda quer lançar este ano. Acompanhe seu trabalho no Instagram:
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