“Crying Lightning”, que eles mostraram no Big Day Out, mês passado na Austrália, tem um quê de Last Shadow Puppets, mas não foi ainda que Alex Turner achou o equilíbrio entre seu método de composição nas duas bandas – ele erra mais que acerta nos Monkeys e quase sempre manda bem nos Puppets. Essa música nova é um bom meio termo, mas precisa maturar – não sei se o método de composição ou a própria música em si. Dica do Tiago, valeu!
Um mashup sutil e genial: Lost com a trilha de De Volta para o Futuro. Um outro, parente, e que não deixa ser embedado, faz o caminho inverso. Aqui, ó.
No ano passado, o Márcio e a Carol me convidaram pra conhecer a Discoteca Oneyda Alvarenga, que funciona ali no Centro Cultural Vergueiro. Além da visita, eles aproveitaram para bater um papo comigo sobre discos velhos para o programa Crônicas de Toca-Discos – e como eu não tenho essa onda de conhecedor de vinil ou arqueólogo de edições anteriores (me importo mais com o conteúdo do que com o suporte), preferi buscar por uns discos que pudessem servir de base para comentários sobre o que está acontecendo hoje na música enquanto indústria e como funcionavam engrenagens antigas desse negócio no Brasil, além de ceder inevitavelmente a momentos de nostalgia. No som, Beatles, Chico Buarque, Originais do Samba, Ritchie, Fevers, Velvet Underground, Plunkt Plact Zum, Baiano e os Novos Caetanos e Mutantes.
Rola também uma versão em áudio do papo.
Começou a ver a série agora e não está entendendo picas? Fizeram esse videozinho pra você – cuidado que ele já fala dos acontecimentos do episódio de quarta passada:
Ih, pelo jeito o tempo vai fechar pro Gaeta…
“Don’t Watch Me Dancing” em Curitiba
O show do Little Joy ontem foi praticamente idêntico ao de quinta passada, salvo alguns detalhes: o Clash estava bem mais cheio que na semana anterior, o público estava muito mais à vontade (certamente há uma grande parte que foi às três noites deles aqui em São Paulo) e a banda estava nitidamente cansada, devido à maratona de shows que estão fazendo no Brasil. Isso não chegou a comprometer musicalmente o show, mas certamente tirou parte do clima de introversão da outra apresentação – a banda quase não conversou com o público, as gracinhas – com a platéia ou entre si – foram mínimas e o apelo informal, a atmosfera de sarau na sala de estar que impregnou o Clash na outra quinta, ficou em segundo plano.
É um quadro de um programa de humor português genial – o Bruno conversou com os caras, vê lá.
Neguinho não perde tempo MESMO: mashuparam o moleque do dentista com o esporro do Bale!