Little Joy – “Eat at Home”
Zombie Zombie – “Driving”
Fleet Foxes – “Mykonos”
Beck – “Bad Cartridge”
Fujiya & Miyagi – “Sore Thumb”
Só perdeu o Radiohead:
Porque o resto…
Michael Cera também surtou nos bastidores do filme Youth in Revolt:
Mas é claro que era só mais uma piada com o esporro do Bale – o cara precisa ser muito mané pra ouvir um grito desses de um cara tipo esse Michael Cera e reagir pianinho.
Que tal todos os palavrões usados em os Sopranos enfileirados como se fosse um projeto de arte? Porque é isso que o projeto Sopranos Uncensored, do diretor Victor Solomon, é.
Já viram esse curta rodado em 1970 com a banda circulando pela cidade?
O curta foi dirigido por Antonio Carlos da Fontoura, que dirigiria mais tarde a clássica pornochanchada existencialista Espelho de Carne (também conhecido como o filme em que o Dênis Carvalho perde o roscofe pro Daniel Filho numa mesa de poquer).
Tou devendo falar sobre o episódio da semana passada do Lost, vai rolar…
Bruno foi conferir a passagem do LJ pelo Circo Voador e fragou – nos 0:40 do vídeo acima – ninguém menos que Marcelo Camelo empolgado e cantando as músicas no show de seu companheiro de banda – que legal. E pouco depois do fim do show, Fabrizio Moretti acompanhou o público cantar “Último Romance”, do Los Hermanos, antes de ser erguido pelo próprio Amarante, que agradeceu felizaço.
Já no Recife, último show da atual turnê brasileira da bandinha, os caras não deixaram barato – e todo mundo subiu no palco pra cantar “Brand New Start”.
Que astral.
Barack Obama falando sobre a descriminalização da maconha em 2004
Há cem anos, a portuguesa mais famosa do mundo estreava no planeta. Carmen Miranda é, fácil, o primeiro ícone pop com aval brasileiro, mesmo não tendo nascido em nosso país. Antes dela, nosso país só era conhecido no resto do mundo graças a “Tico-Tico no Fubá” e “Aquarela do Brasil”. Carmen abriu, no facão, um picada que em alguns anos se tornaria a bela trilha de onde a bossa nova se revelaria ao mundo e que, pouco a pouco, foi se tornando uma ampla rodovia, com espaço para brasileiros de toda espécie, do Guinga ao Bonde do Rolê. Sem o primeiro passo de Carmen, talvez ainda estivéssemos presos aqui dentro e o mundo ainda nos confundisse com qualquer paiseco de terceiro mundo. No vídeo acima, que eu peguei na Daniela Thompson (quanto tempo, Daniela!), ela se apresenta pela primeira vez com seu traje de baiana, esse acessório esquizofrênico e exuberante, que inspiraria tanto os paragolés de Hélio Oiticica quanto os modelitos pós-new wave de Luísa Lovefoxxx.