Acho que eu já postei isso, mas é tão foda que vale o replay…

Se você não sabe quem é Saul Bass, olha o que você está perdendo…
Ocean’s 11 (1960)
Anatomia de um Crime (1959)
O Homem com o Braço de Ouro (1955)
Spartacus (1960)
Bunny Lake is Missing (1965)
Deu a Louca no Mundo (1963)
Tudo que Você Queria Saber Sobre Sexo Mas Tinha Medo de Perguntar (1972)
E, claro, sua obra-prima.
Um Corpo que Cai (1958)
Ser um gênio é relativamente fácil. Ser um gênio com estilo é que são elas.
Pegou mal essa história da Skol com o Ronald Rios. O Bruno vem acompanhando, mas pra resumir, basta tentar assistir aos dois vídeos abaixo:
Se você resolveu pular os vídeos, se deu bem. Nesses comerciais constrangedores, dois desses novos humoristas – Danilo Gentilli e Rafinha Bastos, apresentados como uma dupla – contam piadas bestas envolvendo cerveja pra, no final, dizer que se você passou por alguma situação chata que pudesse rir depois, mandar seu vídeo para a promoção.
(Um parêntese: é isso essa tal nova geração de stand-up comedy brasileira? Esse tipo de “humor”? Prefiro cogitar que o texto tenha sido podado pela marca – a boa e velha desculpa – do que achar que alguém pensou que isso fosse provocar algum riso… E esse Danilo fala engraçado desse jeito ou ele só tá fazendo vozinha de caipira? Preguiça de ir no YouTube atrás disso…)
Retomando – sabe o que aconteceu? O blogueiro Ronald Rios mandou o seguinte vídeo (esse vale ver):
Não que as piadas sejam mais engraçadas que as anteriores (não são), mas o ponto aqui era provocar os limites abertos por uma promoção dessas. Na versão original, Rios colocou um cenário idêntico ao da marca de cerveja, o que causou confusão. A empresa não gostou da brincadeira e o vídeo foi censurado e sofreu o que Ronald chama de “ameaça velada”. Acuado, ele se defendeu em seu blog, mas a censura já havia sido cogitada e não demorou para aparecer posts indignados, notas de jornal e até uma campanha “Free Ronald Rios“.
É engraçado ver como a publicidade patina na internet – além dessas tentativas grosseiras de trazer a linguagem digital para veículos analógicos. Puro desespero. As mudanças que já abalaram o mercado de discos, o de filmes, a televisão, começa a chacoalhar os jornais, ainda não chegou de vez na publicidade. Mas quando chegar…
Cigarro eletrônico. Está para o cigarro como o sexo está para o sexo imaginário.
OOOOOOOOOOOOOOH!
E a atriz, você sacou? Lea Thompson, a mãe do Marty McFly.
E por falar na Britney, se liga no que ela fala que tá pendurada no microfone aos 0:34, sem se ligar que tava ligado.
Beatles, LCD e Kinks. Esse é do brasileiro Faroff – depois falo mais dele.
Olha o que esse Kutiman fez: ele fuçou o YouTube atrás de vídeos de pessoas tocando instrumentos musicais na frente da câmera e juntou-os, criando um mashup de web 2.0. O detalhe é que ele não é só uma sensação online – é um músico de carreira que está usando o aspecto curioso de composição de seu novo trabalho como uma forma de fazer as pessoas conhecê-lo, ao mesmo tempo em que trata ThruYou como um álbum. E tem gente que acha que dá pra prever como vai ser o futuro da música…
Agora acústico.