Não, ela não é um efeito especial – mas teve uma formação densa e firme junto a alguns dos maiores nomes do entretenimento fútil norte-americano.
Na cena abaixo, vemos ela, ainda com 16 anos, aprendendo os preceitos do biatchismo hi-society americanóide, no filme Holiday In The Sun, de 2001. A cena inteira – os diálogos, a forma como os dois se apresentam um pro outro, a girl band, uma das gêmeas Olsen – é memorável:
Aqui, ela contracena com Amanda Bynes, a rainha do “Oh. My. God”, em um episódio de What I Like About You, de 2003:
Aqui, ela encara Lindsay Lohan e disputa sua honra em uma competição de Dance Dance Revolution no filme Confessions of A Teenage Drama Queen, de 2004. Adoro o jeito que elas dançam e falam como se estivessem passeando no shopping ao mesmo tempo:
E já no final de sua formação, também em 2004, ela fez uma ponta no seriado Two and a Half Men para mostrar que, mesmo maior de idade, ainda podia se passar por uma menina de 16 anos:
Kibei esse post do Complex – ainda tem um outro vídeo dela lá, se você quiser ver.
Morreu um dos grandes – pena que a maioria das pessoas só lembrar das merdas recentes na vida do cara. E não no fato de ele ser um dos maiores artistas de nossa época.
Amanhã, Vida Fodona especial Michael Jackson. Fato.
Dica da Babee.
E o filme é engraçadaço, nota 8. Só a elite da Hollywood pop atual: Spielberg, Michael Bay, Shia, Megan, Orci e Kurtzman, Turturro – tem até o Dwight. Filme de ação superlativo em tudo, daqueles que o som importa tanto quanto as imagens, cheio de piadinhas de seriado, frases de efeito e referências pop – e isso sem esquecer que o um filme inspirado em uma linha de brinquedos, o que torna tudo mais bizarro (fico pensando que, no futuro, filmes vão lançar coleções de moda, cenas musicais ou personalidades desconhecidas – uns já fazem isso, percebam). Uma das máquinas do filme – o Devastator – parece uma metáfora pro próprio filme: um robô-gigante formado por diferentes pedaços de máquinas que devora tudo que vem pela frente. Eu me amarro em filme assim, que usa efeito especial sem complexo de culpa.
Eis o nome da vez no hip hop brasileiro, repare.
Ou você não reconhece o Também Sou Hype só pela sigla?
Sacado do blog 10nota10, sobre Carlos Imperial (eis uma biografia que eu ainda tou devendo a leitura).
Mas a piada sobre o iPhone, no final, é reciclada, hein.