Sigo acompanhando o papo do Ronaldo e do Tatá com o Hélio e o Júpiter e não consigo deixar de me admirar com o gaúcho. A conversa, mais vaga possível (e assim que é bom), começa a falar sobre processos de composição e quando o cara começa a falar em inglês ou do “átomo de urânio”, putz… Gênio, gênio – fora que o papo termina com uma versão acústica da maldita “Talentoso”. E não pulei a segunda parte, não – é que nesta o foco é mais na atual fase da carreira do Vanguart e Flávio Basso apenas comenta em determinados trechos do papo (e, putz, olha o jeito que o Hélio conheceu o Spencer, hahaha).
Falei desse show na semana passada e agora ele apareceu inteirinho para download, tanto só o áudio como em vídeo também.
Devem existir piores, mas…
Não desistam de assistir até pelo menos a hora em que o vocalista resolve imitar um fantasma.
Aconteceu de novo. Repetindo o estranho fenômeno que fez algum maluco assistir ao Mágico de Oz ao som do Dark Side of the Moon do Pink Floyd (nunca viu? Não acredito!), a banda inglesa é mais uma vez vítima de uma estranha conspiração subliminar que sincroniza um de seus discos com um filme. Agora é a vez do ótimo Wall-E receber o santo do Pink Floyd e encarnar outra obra-prima do grupo, o dark, ególatra e depressivo The Wall. O maluco da vez não é o cara do vídeo acima (que, apesar da má qualidade, é uma aperitivo do que acontece durante todo o filme), e sim este usuário do YouTube, que, além de colocar o filme já sincronizado com o disco para download (esqueça o trabalho de acertar o começo de ambos!), ainda postou uma longa teoria sobre as coincidências entre as duas obras. Já vi e realmente as coisas batem – do mesmo jeito que a música no fone de ouvido se encaixa com a imagem que você vê na rua (vai dizer que isso nunca aconteceu contigo…). Mas se isso foi feito de propósito ou não… Se a Pixar quis homenagear a conexão entre o filme de 1939 e o disco de 1973 ou se isso é só um imenso… E daí? O que importa é uma frase dita por alguém que morreu antes de eu nascer e que levo como lema: “se as coincidências aparecem, é sinal que você está no rumo certo”.
E a seção Uma Sexta-Feira, Um Mashup continua religiosamente semanal, embora não leve mais seu nome nos posts, apenas na tag.
Thom Yorke – “Harrowdown Hill”
Thom Yorke – “There There”
Raro show do vocalista do Radiohead (que não faz shows sozinho desde o lançamento de seu disco solo, em 2006) aconteceu domingo passado, no festival Latitude, na Inglaterra. E entre faixas do Radiohead e do Eraser, ele solta essa música inédita.
Thom Yorke – “Present Tense”
O Lício descolou “Harrowdown Hill”, “True Love Waits” e essa nova pra download, além de deixar o testemunho dele sobre o evento, se liga:
Conheça Daisy Lowe, nascida em 1989, filha do vocalista do Bush (da banda, lembra?) com a cantora Pearl Lowe.
Os Massaroca explicam o Twitter.
Parece bom, mas…
…é impressão minha ou o Chapeleiro Louco é tipo um protagonista?
Documentário de Felipe Ferreira sobre a banda mais importante da história do rock gaúcho. Imagens de arquivo inacreditáveis, causos de rachar o bico, entrevistas com todos os envolvidos e os hits de sempre – além de discussões sobre a natureza de vanguarda da música do grupo, a influência da Jovem Guarda e da música cafona na banda. A certa altura, o Birck, dando entrevista no contraluz, de propósito, resume: “A Graforréia, eu defini isso há muito pouco tempo, é uma resposta a todo aquele monte de merda inútil que a gente aprendeu no colégio. Porque você tem as informações, mas não sabe pra que serve, como você vai coordenar aquilo. E a Graforréia é exatamente isso, pegava todas aquelas informações, juntava de maneira desconexa e cuspia de volta”. A primeira partedo documentário tá aí em cima, as outras (partes 2, 3, 4, 5, 6 e 7) tão aí nos links.