Memory Cassette – “Surfin’/Body in the Water”
Miami Horror – “Sometimes”
Little Girls – “Youth Tunes”
Ellie Goulding – “Under The Sheets”
Talk Normal – “In a Strange Land”
Vamos lá, faça um esforço.
Na verdade, essa peça da Common Craft deve muito ao ótimo Guia de Sobrevivência a Zumbis, do Max Brooks (sim, filho do Mel).
Ainda sobre esse assunto: tão prontos pro [REC]2? Estréia ano que vem – e eu aposto que as cenas desse trailer não são do filme em si, mas que só serão referidas no segundo filme. Meu palpite é que a história se repete em outro prédio de Barcelona (lembra que alguém tinha ido levar um cachorro num veterinário?).
Classe A o mashup de “Hyperbolicsyllabicsesquedalymistic”, do Isaac Hayes, com “Fight the Power”, do Public Enemy, no Festival Trip de Política, que rolou no outro fim de semana.
É do CSI. Custou quase meio milhão de dólares – e o resultado é esse.
Vi no site da Época Negócios.
Saiu o livro de Alison Castle sobre o Napoleão de Kubrick. Parece sinistro.
Gainsbourg incitando o público de um show em Strasbourg a cantar o hino nacional francês, “La Marseillaise”, em 1980
Em sua última década de vida, Serge Gainsbourgh abraçou mais uma nova mudança – após tornar-se um dos maiores ícones da música pop francesa, decidiu-se inconscientemente ir além da música e ser apenas pop. Para isso, remodelou sua própria personalidade para uma mídia perfeita para essa transformação: a televisão. Tornou-se um dos nomes mais conhecidos – e festejados – pelo público francês em programas vespertinos sobre futilidades, assumindo o papel de misógino, bêbado e inconseqüente que haviam lhe impingido. Reinventou até o próprio nome, surgindo como Gainsbarre – nome que tem origem num trocadilho em francês de sua música “Ecce Homo” -, um artista estritamente midiático. Este novo personagem deu origem a momentos incríveis da história do pop francês, que iam desde piadas grosseiras sendo contadas em programas familiares (vale ver o vídeo nem que você não entenda francês – só o constrangimento do apresentador já vale)…
…ou queimando dinheiro na TV para reclamar dos impostos que o governo lhe cobrava…
…ou dizendo, em inglês, que queria trepar com Whitney Houston, na cara dela…
…ou aparecendo num leilão para comprar o manuscrito original do hino francês (e provar que não estava difamando a peça ao cantar “Aux arms etc.” – comprou o original para mostrar que o “etc.” estava na primeira versão da letra).
…ou brigando com outros convidados em programas de TV…
…ou fazendo o papel do pai insuportável num clipe pop adolescente qualquer…
Julien Clerc – “Coeur de rocker”
…ou num comercial de TV (único exemplar que encontrei no YouTube – Gainsbourg fez inúmeros comerciais durante os anos 80).
Propaganda da Konica
Essa versão que o ator Miles Fischer, do Mad Men, fez para “This Must Be the Place”, do Talking Heads, não homenageia apenas o filme Psicopata Americano. Repare com quem ele se parece no clipe:
Exato! Parece o Tom Cruise, que ele já tinha sacaneado na paródia Super-Herói – O Filme.
Mais engraçado do que isso é descobrir que o personagem interpretado por Christian Bale em Psicopata Americano foi inspirado no próprio Tom Cruise, como a diretora do filme, Mary Harron, revelou em uma entrevista na semana passada:
How did you and Christian Bale develop his character in American Psycho?
It was definitely a process. We talked a lot, but he was in L.A. and I was in New York. We didn’t actually meet in person a lot, just talked on the phone. We talked about how Martian-like Patrick Bateman was, how he was looking at the world like somebody from another planet, watching what people did and trying to work out the right way to behave. And then one day he called me and he had been watching Tom Cruise on David Letterman, and he just had this very intense friendliness with nothing behind the eyes, and he was really taken with this energy.
Kibei esse post do /Film.