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Pra quem achava que o papo do disco de natal do Dylan era caô, nem era.


Spiritualized – “Come Together”


Beck, Wilco, Jamie Lidell e Feist – “Little Hands”


Plasticines – “Bitch”


Bruno Morais – “Hino dos Corações Partidos F.C.”


Pixies – “Monkey Gone To Heaven”

O Alex resgatou e o Mombojó publicou vídeos com as apresentações que fez junto ao Los Hermanos em Curitiba e Porto Alegre, em 2006. No blog deles tem as duas bandas tocando juntas músicas do grupo carioca.

É linkar esse vídeo.

Aliás, se você não viu o Adventureland, do mesmo diretor do Superbad e com a mesma Kristen Stewart acima, veja. Talvez seja a melhor comédia romântica do ano.

O Soft Focus, do Ian Svenonius, é um dos melhores programas de entrevista hoje em dia. Na edição acima, ele encontra ninguém menos que o próprio Dead Kennedy Jello Biafra, em sua cidade natal, San Francisco. O resto da entrevista dá pra assistir aqui.

E já que falei de dubstep, se liga nesse minidocumentário que fala sobre como o gênero criado por Lee Perry evoluiu rumo ao dubstep e como o clássico álbum Blackboard Jungle foi recriado pelos produtores austríacos Dubblestandart, pelos nova-iorquinos Subatomic Sound System e pelo MC Jahdan Blakkamoore, com a presença do próprio Lee. Pesquei no Dubstepped.

Outra boa dica do Camilo (que é um cara que sempre tem boas dicas, você devia saber) é o guia para entender o dubstep feito pelo Bruno Belluomini, que toca a noite dedicada ao gênero no Vegas, a Baixaria. Eu sou meio alheio ao assunto e acho que o dubstep é meio tipo o tecnobrega – o estilo musical mal começou a existir e desde o berço já tem gente soltando fogos por sua existência antes mesmo de algo florescer de verdade (tudo bem, o Burial e os remixes do Skream são bem bons, mas eu acho que o dubstep – enquanto gênero – ainda pode melhorar). Mas isso é questão de gosto, não ache que eu estou recriminando os caras, não…

Se você não lembra desse filme, deve ter nascido nos anos 80 (e olha que tem muita gente que nasceu e lembra). Passava direto na Sessão da Tarde, e como eu disse no post anterior, era uma tentativa de tornar histórias da mitologia grega com o clima de fantasia e aventura que a dupla Spielberg e George Lucas tinham resgatado para o cinema. E mesmo com um elenco contando com Laurence Olivier no papel de Zeus e Ursula Andress como Aphrodite, a grande atração do filme eram os efeitos especiais de Ray Harryhausen, a Industrial Light & Magic dos tempos analógicos, responsáveis por cenas como essa deste exército de esqueletos em Jasão e os Argonautas, de 1963:

Ou o Ciclope do filme do Simbá, de 1958:

E em Fúria de Titãs, filme que funcionou também como uma homenagem à sua obra, ele criou outras cenas clássicas, como a da luta entre Perseu e a Medusa:

Se você não viu o filme ainda, não dá mole: ele tá inteirinho no YouTube. Não é um filmaço – meu apego com ele é obviamente nostálgico – mas diverte.

Capturado pelo helicóptero do SBT. Baita sorte.