Algum filme brasileiro ousa desse tanto?
Esse groove mashupado eu tunguei do Mini, mas tem a ver com o Mowgli psicodélico das 4:20 de ontem.
Demais, demais, demais. Mario Bros resume a psicodelia eletrônica dos anos 80 de um jeito tão mágico: é steampunk e pastoril, onírico e lisérgico, infantil e robótico. E como essa Nintendo envelhece bem este universo – é como se pudéssemos acompanhar a rotina do País das Maravilhas, de Oz ou da Terra do Nunca sem sermos guiados por uma visitante acidental.

E por falar em plano-seqüência, separei alguns clássicos pra matar o tempo. Começando pelo principal deles, o ousado início de A Marca da Maldade, de Orson Welles. Se ele inventou o cinema em Cidadão Kane, com esse filme ele inventou o cinema B:
Tem vários outros aí embaixo:
E o Carneiro pautou o Clemente para dar uma sacada na Ocupação Chico Science que está acontecendo no Itaú Cultural até o dia 4 de abril e trombou com a quadrilha que armou o mangue beat: Fred Zero Quatro, Jorge Du Peixe, DJ Dolores, Rogê, Paulo André… Só gente fina.
Procurando pelos vídeos do Elephant, do Gus Van Sant, achei esse mashup com quatro pontos de vistas de personagens sincronizados entre si. É claro que se você não viu o filme, é melhor não assistir o vídeo abaixo, pois entrega boa parte da história.
JJ – “Let Go”
Bat for Lashes – “All I Need”
Feist – “He Was Free”
Undersea Poem – “Menina Que Corre”
Yuksek + Amanda Blank – “Extraball”