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E ao falar dos Coen e Tarantino, me lembrei do Brad Pitt. Nunca gostei de suas atuações forçadas, a não ser quando ele assume que tudo é uma piada e ele só um personagem – 12 Macacos, Clube da Luta, Senhor e Senhora Smith e a série Ocean’s Eleven, do Sorderbergh são dos poucos filmes em que ele convence. Mas se em Bastardos Inglórios ele está impecável imitando o Pernalonga, em Queime Antes de Ler, filme menor dos Coen, ele tem um de seus cinco grandes momentos na história do cinema graças a uma mísera dancinha, tão bem sublinhada por essa versão em cinco segundos do filme (que contém spoilers).

Essa veio do Marcioka.

Outras jóias desencavadas pelo site oficial da banda no YouTube: as aparições do grupo no Perdidos na Noite, apresentado por Fausto Silva, que era uma espécie de CQC e Pânico de sua época, só que com música.

Poizé: o Faustão já foi legal.

É ouvir pra crer.

São Paulo, 1943

Como vista pelos Estados Unidos.

O cara que provou que picaretagem não é necessariamente uma coisa ruim. Ou, como disse o Tom Ewing: “O melhor troll de todos os tempos”.

Também achei essas versões sem masterização, olha:

Maior galera torce o nariz pra esse disco, mas eu acho fodão. É um Red Hot dark, pessimista – e com o Dave Navarro na guitarra. É fácil-fácil melhor do que qualquer disco do Jane’s Addiction (não é muito difícil, né…).

Fora que o One Hot Minute tem outro motivo pra ser uma boa lembrança.


Midnight Juggernauts – “Vital Signs”


MGMT – “Flash Delirium”


Titus Andronicus – “A More Perfect Union”


Peaches + Shunda K – “Billionaire”


Little Boots – “Earthquake”