O filho do Will Smith no lugar do Ralph Macchio, a China no lugar dos EUA, Jackie Chan fazendo as vezes do senhor Miyagi, pré-adolescência no lugar da adolescência.
Esse filme pode lançar tendências ou cair no esquecimento. Façam suas apostas.
Já falei da seqüência psicodélica de sonho em Um Corpo Que Cai, mas o que dizer deste encontro entre Hitchcock e Salvador Dali em Quando Fala o Coração (Spellbound)? Incrível.
Já sabem, né? Só amanhã.
Algum filme brasileiro ousa desse tanto?
Esse groove mashupado eu tunguei do Mini, mas tem a ver com o Mowgli psicodélico das 4:20 de ontem.
Demais, demais, demais. Mario Bros resume a psicodelia eletrônica dos anos 80 de um jeito tão mágico: é steampunk e pastoril, onírico e lisérgico, infantil e robótico. E como essa Nintendo envelhece bem este universo – é como se pudéssemos acompanhar a rotina do País das Maravilhas, de Oz ou da Terra do Nunca sem sermos guiados por uma visitante acidental.

E por falar em plano-seqüência, separei alguns clássicos pra matar o tempo. Começando pelo principal deles, o ousado início de A Marca da Maldade, de Orson Welles. Se ele inventou o cinema em Cidadão Kane, com esse filme ele inventou o cinema B:
Tem vários outros aí embaixo: