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Link em 3D

E a edição desta segunda-feira do Link é toda em 3D. Explico: o que começou como uma ação publicitária do jornal que trabalho terminou como pauta do caderno de hoje – não precisaríamos falar das três dimensões enquanto assunto da edição. Mas foi acender a luz no horizonte que começamos a ir atrás de novidades e logo pudemos encher um caderno de 14 páginas quase todo ele com matérias sobre o tema, sem precisar recorrer aos clichês recentes do gênero – como falar de TV 3D, do 3D na Copa do Mundo ou de games em 3D. E além de falarmos da recriação do planalto de Gizé em três dimensões, de impressoras que imprimem peças, comidas e prédios, do que significa a terceira dimensão para Hollywood hoje e de um histórico na vontade humana de simular profundidade, ainda disponibilizamos um gerador de fotos 3D, para ser utilizado junto com o par de óculos que acompanha a edição do Estadão de hoje. No vídeo lá em cima, os bastidores da impressão do jornal desta segunda. No vídeo abaixo, eu falo um pouco sobre a pauta de hoje e o Tchatcho, que desenvolveu o gerador 3D, fala de como funciona seu software – e o vídeo foi gravado com duas câmeras, simulando, portanto, a profundidade da redação. Ponha seus óculos.

Que gracinha… Vi lá no Move that Jukebox.

Para dois amigos

Dedico esse post a dois amigos com quem tenho a felicidade de trabalhar que, por motivos de saúde, tiveram que se ausentar do trabalho, fugindo assim da minha rotina. Mas estão melhorando, já já estão de volta – por enquanto, dedico-lhes estas canções. Voltem aê, Fred e Tati.

A banda do grego encarou a overture do épico megalomaníaco de Billy Corgan e não se saiu mal, não, hein…

Quem quer Fanta…

…no Japão?

Só maluco, provavelmente.

Dá até tristeza lembrar como os Pumpkins eram bons – e como ficaram uma merda sem tamanho, à medida em que os anos 90 acabavam…

“Eu te Googlo”

E no vídeo acima, o casal apresenta a música “I Google You”: letras de Neil, música de Amanda.

I Google you
late at night when I don’t know what to do
I find photos
you’ve forgotten
you were in
put up by your friends

I Google you
when the day is done and everything is through
I read your journal
that you kept
that month in France
I’ve watched you dance

And I’m pleased your name is practically unique
it’s only you and
a would-be PhD in Chesapeake
who writes papers on
the structure of the sun
I’ve read each one

I know that I
should let you fade
but there’s that box
and there’s your name
somehow it never makes the pain
grow less or fade or disappear
I think that I should save my soul and
I should crawl back in my hole
But it’s too easy just to fold
and type your name again
I fear
I google you
Whenever I’m alone and feeling blue
And each scrap of information
That I gather
says you’ve found somebody new
And it really shouldn’t matter
ought to blow up my computer
but instead….
I google you

Vamos lá, Darwin Deez, pro alto.

Chama-se False Priest e sai em setembro, mas uma música já está disponível – a mesma “Coquet Coquette” que eu assisti no show deles ano passado, em Nova York. A música praticamente não mudou nada do palco pro estúdio, se liga.


Of Montreal – “Coquet Coquette” (MP3)

E que tal Of Montreal no Terra, hein? Prum festival que já confirmou Passion Pit, Phoenix e Hot Chip, o grupo de Kevin Barnes cairia como uma luva nesta escalação.

Ainda junino

Tulipa e Jeneci mandando “Sabiá”. Na quarta teve show da Tulipa no Astronete – e se você não a viu ao vivo ainda, está perdendo a melhor coisa que está rolando na música brasileira agora. Imagine a Gal e a Rita Lee, em suas melhores fases (setenta, óbvio), encarnada numa menina que canta com a mesma naturalidade que conta causos num boteco. É mais ou menos por aí. Fiz uns vídeos, depois posto aqui.