“The Ring” no Black Cab Sessions. Chora.
O Cansei de Ser Sexy já está gravando seu próximo disco, aqui em São Paulo e algumas novidades começam a aparecer na paralela. A primeira é o clipe de “Spoiled Boy”, do grupo 80Kidz, em que Lovefoxxx assume o vocal:
Ela também gravou o vocal para a baladinha “Nightcall”, do Kavinsky:
E eu vi no Move that Jukebox que ela e o Adriano gravaram a faixa abaixo, “Knees”, para uma campanha da Associação Cultural Mix Brasil para aumentar o uso de camisinha.
Lovefoxxx também foi entrevistada pela Noize, de onde eu surrupiei a foto lá de cima (feita pelo Rafa), em que disse que irá colaborar com o grande João Brasil. Worlds collide!
Segue a séria série “Vem”, de André Paste, iniciada com o chamado para a dramaturgia francesa, que agora continua com a homenagem a esta atriz espanhola tão quirida.
Essa versão já é clássica nos shows do Phoenix de uns anos pra cá. Apesar do idioma, não custa lembrar que eles não são só franceses de Paris como o Air, mas da mesma turma que apareceu ali no final dos anos 90, da galera de Versailles. E o vídeo acima é do recente Unplugged da MTV americana (ainda existia ou voltou? Não sei mesmo) que foi compilado inteiro no Fita Cassete.
Tem coragi?
E essa que a Babee arrumou? Marc Bolan tocando guitarra com o casal Turner. Aumentaê!
Baita mimimi essa história toda…
Se ele tá falando…
“Cala Boca Galvão”
E se a campanha o calasse?
“Eu com certeza estou nessa campanha”, riu amarelo Galvão Bueno, ao ser entrevistado na Globo, semana passada, para comentar a maior piada interna da história do Brasil. A já clássica frase “Cala Boca Galvão” começou a ser twittada por brasileiros logo que as transmissões dos jogos da Copa do Mundo tiveram início e, como acontece no Twitter, quando um termo é muito repetido por vários usuários da rede, ele foi parar na lista dos “trending topics” – os assuntos mais quentes da hora.
Só que não foi só por uma hora. Nem por um dia. Nem só nos “trending topics” de assuntos brasileiros. Por vários dias consecutivos, a frase – em letras maiúsculas e sem acento – ficou em destaque na lista dos assuntos mais importantes da rede social. Tudo por causa de uma piada, que o jornal The New York Times chamou de “uma das pegadinhas mais bem-sucedidas da história da internet”.
Pois logo que o termo apareceu na rede, quem não sabia português ficou perdido querendo saber que novidade era aquela. Foi quando o humor dos brasileiros se mostrou sagaz e infame, como de praxe. Começaram a explicar que “Galvão” era um pássaro em extinção (pois tradutores online transformavam “Galvão” em “gavião”), que poderia ser salvo via Twitter. Cada vez que a frase era escrita, teoricamente 10 centavos de dólar eram depositados na conta de um certo Instituto Galvão. A campanha, de mentira, logo ganhou cartaz e comercial – tudo em inglês para enganar não brasileiros.
A brincadeira cresceu tanto que logo povoou a mídia – e jornais como o Times americano e o espanhol El País explicaram a piada para seus leitores. E uma faixa com a frase foi estendida na torcida do primeiro jogo do Brasil na Copa.
Até que não deu para Galvão fingir que não era com ele – e deu uma entrevista para a Globo, na terça passada, rindo sem graça da campanha de mentira. Disse que apoiava a brincadeira e começou a falar que era conhecido como “papagaio” no círculo da Fórmula 1, falou de Ayrton Senna e enrolou mais um tanto. Mas não calou a boca.
Muitos brasileiros comemoraram a piada como se fosse um grande trunfo nacional. Claro que não é – toda a campanha para salvar os pobres “galvões” é só uma das inúmeras brincadeiras que começaram na web brasileira e atingiram a mídia tradicional e, finalmente, a rua.
Não dá para comemorar só isso. Como brincadeira, “Cala Boca Galvão” é genialmente cara de pau. Como campanha, é só um trote. Só seria bem-sucedida se realmente calasse Galvão. Sigo na torcida.
Mashup de mídias
Como será a TV do Google
Anunciada no meio deste semestre, a Google TV promete finalmente unir televisão e internet numa mesma interface. Nesta semana, o site divulgou um vídeo que mostra como será o funcionamento do sistema (assista em www.youtube.com/user/Google). A principal novidade é a integração da grade de programação a um sistema de busca. Será que o teclado vai substituir o controle remoto?
Vamos começar direito esse segunda, então… Valeu, Lucius!

