Pra acordar devagar…
Relâmpagos acertam, ao mesmo tempo, os três prédios mais altos de Chicago.
Round 2040201.
E a edição desta segunda-feira do Link é toda em 3D. Explico: o que começou como uma ação publicitária do jornal que trabalho terminou como pauta do caderno de hoje – não precisaríamos falar das três dimensões enquanto assunto da edição. Mas foi acender a luz no horizonte que começamos a ir atrás de novidades e logo pudemos encher um caderno de 14 páginas quase todo ele com matérias sobre o tema, sem precisar recorrer aos clichês recentes do gênero – como falar de TV 3D, do 3D na Copa do Mundo ou de games em 3D. E além de falarmos da recriação do planalto de Gizé em três dimensões, de impressoras que imprimem peças, comidas e prédios, do que significa a terceira dimensão para Hollywood hoje e de um histórico na vontade humana de simular profundidade, ainda disponibilizamos um gerador de fotos 3D, para ser utilizado junto com o par de óculos que acompanha a edição do Estadão de hoje. No vídeo lá em cima, os bastidores da impressão do jornal desta segunda. No vídeo abaixo, eu falo um pouco sobre a pauta de hoje e o Tchatcho, que desenvolveu o gerador 3D, fala de como funciona seu software – e o vídeo foi gravado com duas câmeras, simulando, portanto, a profundidade da redação. Ponha seus óculos.
Que gracinha… Vi lá no Move that Jukebox.
Dedico esse post a dois amigos com quem tenho a felicidade de trabalhar que, por motivos de saúde, tiveram que se ausentar do trabalho, fugindo assim da minha rotina. Mas estão melhorando, já já estão de volta – por enquanto, dedico-lhes estas canções. Voltem aê, Fred e Tati.
A banda do grego encarou a overture do épico megalomaníaco de Billy Corgan e não se saiu mal, não, hein…
…no Japão?
Só maluco, provavelmente.
Dá até tristeza lembrar como os Pumpkins eram bons – e como ficaram uma merda sem tamanho, à medida em que os anos 90 acabavam…